Aquele momento em que reparas que possivelmente interpretaste mal a sinalética do WC
Aquele momento em que reparas que possivelmente interpretaste mal a sinalética do WC
Eu ao mesmo organismo a queixar-me do ruído a vir de um estabelecimento comercial 2h depois do horário do fecho, que não estava a permitir que, em casa dos meus pais se dormisse. Até que descobri que poderia ligar para a polícia e queixar-me das pessoas à porta do estabelecimento
Esse devia ser julgado por crimes contra a humanidade
Mas acho que não é
O que está mal aqui?
Há caras que são tão bonitas que, apenas por isso, deveriam estar expostas num museu
Esta conta de twitter é a favor da castração química imediata e sem direito a recurso de quem inventa coisas destas, e mais, somos também a favor da inserção de anthrax em cada um destes pastéis para a eliminação imediata de quem pensa sequer em comer um.
Ontem cruzei-me com o Metro de Lisboa na Avenida do Brasil, disse-me que anda tão perturbado que o meteram na consulta externa do Júlio de Matos.
Creio que isso do Lundberg é um livro do Philip Roth
Ainda ontem fui ver o Orwell 2+2=5
Portanto o ICE de hoje é algo que sempre existiu, a única novidade é que a arbitrariedade que a sociedade americana aplaudiu durante décadas está agora, inevitavelmente, a virar-se contra ela própria.
O terror policial e a caça ao imigrante não são "anomalias fascistas", são vectores fundamentais da sociedade americana. Não são coisas que aprenderam com os nazis; os nazis invejavam a eficiência impune da polícia americana, da Border Patrol e dos grupos de cidadãos.
Acho graça que os americanos tentem ligar o ICE à Gestapo, ignorando elementos que sempre estiveram presentes na sociedade dos EUA. Foi o contrário: os nazis usaram a América como inspiração. As leis de Jim Crow e o sistema dos EUA foram usados por Hitler.
"You really think blowing up Parliament going to make this country a better place?"
os portugueses eram de facto uns colonizadores excepcionais. até atiravam comida da mesa aos pretinhos
A "senhora cá de casa", é "como se fosse da família"
A exposição está muito bem conseguida, com muitas obras de arte, vídeos, música e elementos etnográficos, de facto, vale a pena visitar.
Estava a ler um artigo de opinião da minha querida Maria Helena Costa, no Observador, quando me deparo com um artigo do pai da Joana Marques a recomendar esta exposição. Prontamente decidi vir.
Que o adversário político que pode colocar em causa o projecto de sociedade ideológico seja apresentado como um ser irracional, porque questiona o "técnico" ou o "senso comum".
O debate político é eliminado de todo, porque não convém que as pessoas pensem ou reflitam. O que interessa é que prevaleça o soundbyte.
Ao mesmo tempo que se descategoriza o adversário político - o socialista desprovido de senso comum. O resultado é eliminar o conflito político, o debate é substituído por "slogans neutros" e "consensuais", enquanto se empurra um projecto de sociedade ideológico.
O “fim do político” abriu espaço para a ditadura do senso comum: as opções profundamente ideológicas passam a ser vendidas como mero "senso comum", “opções técnicas” ou “movimentos apartidários”.
É claro que todos devíamos ter mais dinheiro disponível, e que devíamos ter a oportunidade de gasta-lo onde bem o entendemos. Mas será que a solução que estás a tentar propor terá isso como resultado?
O mesmo se aplica às pessoas mais bem pagas, são mais bem pagas não por serem excelentes, mas sim, porque ligações familiares que muitas vezes influenciam o percurso desde a escola ao local de emprego (por mais que o queiram esconder e se apresentar como self-made men).
É claro que há outliers - que estão longe de ser estatisticamente significativos - mas a generalidade das pessoas ricas, ou que têm mais dinheiro que tu, têm-no devido a riqueza intergeneracional (por mais que o queiram esconder).
Acho graça ao mito de que, poupando/investindo uma pessoa pode tornar-se rica - ao que liga o mito de que, baixando alguns impostos nos tornamos todos automáticamente mais ricos.
Acorda, com o teu salário mesmo poupando e investindo nem em muitas gerações chegas lá.
Foi preciso ver uma das cenas da loja dos gelados da Comédia de Deus do João César Monteiro para perceber porque razão por vezes há fezes nas paredes das casas de banho. 🤷🏾♂️
Antes gostava muito de ir à Casa del Libro, tinha secções grandes de livros de racismo, feminismo e LGBTQIA+. Das últimas vezes reparei que diminuíram muito em tamanho. Agora entro e deparo-me com isto em destaque.
Opções ideologicas
Já votei na semana passada, mas sou bonito demais para não refletir também hoje, e partilhar a minha reflexão convosco, porque eu sei que precisam.
Já votei, mas sou bonito demais para não passar o dia de amanhã a reflectir.