Workshops, microbolsas e a mentoria para investigar migração, tráfico humano e exploração sexual com dados. Inscrições até 16/01, então corre lá: ok.org.br/noticia/dado...
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Estamos deixando o inimigo agir
Semana passada, o Brasil se mobilizou diante de casos extremos de violência machista. Os feminismos foram para as ruas. O que fizeram os falsos aliados? Resolveram dar muita opinião sobre a necessidade de moderação. Realmente, uma sensibilidade ímpar.
É o time do povo ♥️🖤♥️
noticias.uol.com.br/cotidiano/ul...
Começando agora o Gilmarpalooza em Buenos Aires, com uma mesa de abertura no melhor estilo all male panel
Sinto muito que você tenha passado por isso. O estigma e a restrição do misoprostol provocam esse tipo de situação também
O relato é parte da série Misoprostol: o mesmo remédio, dois destinos, que produzi em parceria com a @vickyregia.bsky.social e apoio da International Women's Media Foundation.
Publicamos hoje na @generonumero.bsky.social a história de *Clara, uma mulher que teria acesso ao remédio de forma gratuita e legal se morasse na Argentina.
www.generonumero.media/reportagens/...
A criminalização não evita o uso do Misoprostol, mas empurra quem precisa dele para o mercado clandestino, onde cada comprimido pode custar até R$500.
Desde 1998, a Anvisa mantém o misoprostol em uma lista de substâncias sob controle especial. Legalmente, o medicamento só está disponível em hospitais cadastrados.
A disponibilidade do Misoprostol moldou o debate no Brasil, onde ainda existe muito estigma sobre aborto com medicamentos, e na Argentina, onde os comprimidos são distribuídos gratuitamente em centros de saúde. Conto essa história na @generonumero.bsky.social
www.generonumero.media/reportagens/...
Mas em 1998 a Anvisa colocou o Misoprostol em uma lista de substâncias restritas. O remédio saiu das prateleiras de farmácias e a punição para quem vende ou fornece pode ser maior que por tráfico de drogas. Já na Argentina, profissionais da saúde e feministas aprenderam juntos a usar o medicamento.
A experiência brasileira com o uso de misoprostol foi disseminada pela América Latina. Era um método mais barato e seguro em países que puniam a interrupção da gravidez. A mortalidade materna caiu no Brasil, médicos passaram a relatar uma redução em complicações por abortos incompletos.
As brasileiras descobriram na prática o que a farmacêutica que desenvolveu o remédio já sabia, que era possível interromper a gestação com Misoprostol, conhecido no país como Cytotec e indicado para o tratamento de úlceras gástricas. Isso mudou o cenário de mortes e complicações por aborto.
Imagem mostra dois comprimidos de misoprostol, que têm formato hexagonal. É possível ler Searle em um deles, nome da farmacêutica que desenvolveu o remédio
28/9 é Dia Latino-americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização do Aborto. A data foi sugerida por brasileiras em um encontro feminista em 1990, em alusão à Lei do Ventre Livre. Na época, começou a circular no Brasil também uma informação que salva muitas vidas: o uso abortivo do Misoprostol.
Pedro estragou o velório 🤷🏻♀️
GIORGIAN DI ARRASCAETA SEGUNDO MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS
(O maior é Dejan Petkovic)
JOGA PAPELZINHO AGORAAAA
Essa me fez até chorar
The Pirate Bay homepage in 2005
The Pirate Bay homepage in 2025
20 years of evolution of web design trends.
The Pirate Bay homepage in 2005
vs.
The Pirate Bay homepage in 2025
#WebDesignHistory
Me apaixonei pela Argentina por muitos motivos. O principal deles é o preâmbulo da Constituição (por homens, leia-se pessoas). Espero que esse país não me deixe com o coração partido.
Não faltou comentário racista "migrantes bons eram os de antes", que desconsidera que aqueles também foram mal vistos quando desceram dos barcos. Sobrou delírio "Argentina virou terra prometida". De quebra, a inevitável alusão ao tamanho (do país?)
Os anúncios são eleitoreiros. Manuel Adorni, porta-voz da presidência, também é candidato ao legislativo da cidade de Buenos Aires nas eleições que acontecem... no próximo domingo. Nada como um ataque a migrantes, inimigos nacionais de qualquer governo de extrema direita, às vésperas de um pleito.
O porta-voz do governo argentino anunciou que Javier Milei deve alterar por decreto a Lei de Migrações. A reforma deve incluir a cobrança a estrangeiros sem residência permanente que busquem atendimento em hospitais públicos. O país também pode começar a exigir seguro de saúde para turistas.
Quando a Argentina legalizou o aborto, contei na @generonumero.bsky.social que estrangeiras poderiam realizar o procedimento em hospitais públicos, já que o país garante o acesso universal à saúde, independente da condição migratória. Isso pode mudar 👇🏼
www.generonumero.media/reportagens/...
Não esperava menos de um papa argentino: morrer no dia que Jesus ressuscitou só pra causar.
Só não é mais chata que todos os textos que ela suscitou sobre O QUE FAZER COM OS JOVENS HOMENS
Minha opinião tardia sobre Adolescência: série chata demais, socorro.