Esses discurso que IAGenerativa é inevitável só me lembra o Thatcherismo e sua frase "não há alternativa", não vou elaborar de tão óbvio que é, e o quanto é despolitizante cravar essa única alternativa.
Esses discurso que IAGenerativa é inevitável só me lembra o Thatcherismo e sua frase "não há alternativa", não vou elaborar de tão óbvio que é, e o quanto é despolitizante cravar essa única alternativa.
vc estuda anos de design e artes, fica com sindrome do impostor, burnout, depressao, ansiedade, doenças cronicas pra fazer mil correções pro projeto merda da empresa pra em 2025 a imagem de ia defeituosa ser aprovada em 2 minutos 🤡
eu ODEIO publicitarios
Esse tipo de coisa nao me impressiona de forma alguma, porque quem CRIA e GOSTA de criar, naturalmente não usa essa merda, porque o prazer na maior parte do tempo ta muito mais no processo do que no resultado
Hoje tá um climinha gostoso pra continuar assistindo arquivo x!
Vem coisa boa que estive envolvido aí neste ano👀
mostrar pra alguém, não é brinquedo a quantidade de projetos que a gente trabalha e as vezes rola de ser engavetado/apagado, esse teve sorte de reacender, imagino que vai correr festival antes de vir a público.
Pô! To feliz, tem um projeto que acho que fiz faz uns 6 anos atrás ou até mais que isso que foi engavetado, mesmo a gente tendo terminado tudo pq lembro que fiz os ajustes finais, agora me avisaram que vão lançar ele, é um que gostei tanto de ter participado que ficava triste que nunca poderia
Enfim, ela também faz vários key em várias produções tem anos, nas direções de episódio não vi todos projetos dela(o Mayonaka Punch mesmo eu estou devendo, queria ter visto mas ainda não consegui), mas é alguém pra ficar de olho pq ela vem me marcando bastante nos seus trabalhos.
A sobreposição também tinha no Paripi, mas foi em Yamada que ela brilhou nele, pode ser uma ótima assinatura dela, eu gosto muito do trabalho dela quando o utiliza muito neste episódio.
estar capturada dentro deste tempo livre dentro de casa, e todas essas composições que estão sempre envolto dessa prisão circular do relógio por estar presa nessa diária de hoje, mas é de uma forma bem confortável por estar no casulo de casa ou numa relação amigável, maravilhoso!
Mas acho que meu favorito mesmo foi o trabalho dela em Yamada-kun to Lv999, tem vários coisas para elogiar do ótimo episódio 1 e 6 que ela dirigiu, mas o 11 que ela também fez o storyboard me marcou muito pelas escolhas criativas do tempo, pelos ponteiros de relógio por ela estar
Nunca esqueci aquela iluminação e as escolhas da sonoplastia ocas para o conflito emocional dos irmãos envolto de falta de clareza a medida que se intensifica em chamas geladas.
Ela também dirigiu o episódio 6 de Paripi Koumei que foi uma das batalhas de rap mais divertidas e intensas da série.
Não queria me gabar não, mas a diretora viu meus comentários no twitter e comentou hahaha já amo ela, pô, mas sem brincadeira, o trabalho dela é realmente algo de outro mundo, foi ela que dirigiu um dos melhores e mais icônicos episódios de Fire Force.
Depois de discorrer tudo isso só queria deixar os elogios pro tato da staff riquíssima, o ótimo uso das sobreposições que não é o usual pra dar identidade diferente e a felicidade por ter eyecatch, tudo perfeito!!
O anime se chama Taiyou yori mo Mabushii Hoshi.
Não o ignorem! É a joía dessa temp!
com certeza a minha favorita é do interruptor que na transição que faz ela apagar/calar a boca quando perde o controle pela pressão rs.
veja como vocês vão entender isso tudo sem áudio do quanto a decupagem é boa,
Além de tudo, sabe fazer excelentes transições como esses vídeos,
Depois de Alien Earth, é realmente muito bom ver mais uma série que usa da sobreposição como sua identidade, é um meio muito poderoso que sinto falta como foi abandonado nas direções modernas, isso tinha sido meio apagado pq o povo não vê sua potência ou enxerga como brega!
como fazer também boas cenas limitadas que fortalecem os sentidos, geralmente ouço muito o pessoal dizer o quanto Shoujos nunca ganham grandes produções, mas esse aqui com certeza é um dos mais relevantes e ousados que temos, muito carinho envolvido.
lembrança que nem sempre é precisa, mas idealizada de bons recortes nostálgicos da infância que guardamos.
É uma das melhores (se não a melhor) dessa temporada que sabe lidar muito bem que os recursos que tem a sua disposição do áudio visual, os bons cortes de animação e
e isso só vai ficando mais intenso até o fim do episódio quando se unem com muito mais força, também é maravilhoso as escolhas estéticas de quando volta para cenas da infância ela tem uma finalização de ruído, como se fosse uma memória mesmo que perde uniformidade por ser uma
é uma ótima maneira de transitar entre fragmentos de memória e como esses personagens estão conectados na sobriedade transicional do tempo que não se desconecta nem mesmo no presente, mesmo eles tendo se afastado um pouco com o crescimento,
SHOUJO POWER!!
Sayaka Kobayashi é um nome que vou querer ficar de olho no futuro, ela depositou todas as forças na direção dessa sua estreia na direção geral com um storyboard enigmático por apelar pra algo menos normativo e pragmático quando resolveu contar a ligação deles pelas sobreposições,
ferido inconsequente e que tipo de situações cômicas isso cria, eu não sei do que vão desenvolver e desconstruir disso pq não me parece que a intenção é deixar essa relação fixa nesses papéis, mas posso estar enganado, tem que ver o arco pra embasar melhor rs.
AH! E não leva meu comentário ao Yano-kun como defeito da série, é um comentário bem rasteiro resumir tudo na crítica do "mais uma obra ruim que resume a mulher ao cuidado", é mais interessante levar em conta que é um princípio de extremos, do exagero do cuidado vs exagero do
limitada isso me faz lembrar ainda mais séries antigas.
E nossa como eu amo esses cenários onde personagens depressivos vivem perto do mar, sempre adoro a abordagem do quão carregados eles são sentimentalmente com o mundo e a pressão que sentem, meu sonho morar num lugar assim.
Depois de Hikaru na temporada passada é ótimo ver mais uma obra de monstro (uma sereia dessa vez) desencadeando na construção dessa relação nada heterossexual, parece que estamos realmente voltando pra era dos animes de terror/horror, diferente de Hikaru por ser uma série
Elfen Lied, Sankarea e etc.. e até mesmo um lado melancólico da Key, como se estivesse vendo um sucessor de Air.
como se estivesse vendo um anime da era 2000, creio muito que é pelo ritmo mais lento e a volta de animes escolares que colocam os personagens em situações de horror, enquadra nessas séries antigas como Another, Higurashi, Shinsekai Yori, Shinreigari, Shiki, Gakkou no Kaidan,