@demontealto.bsky.social, citando Manuel Delgado, sobre o que é fazer umha etnografia (aplicada, no seu caso, ao Festival da Poesia no Condado): "Ir allí y enterarte". Pois isso.
@demontealto.bsky.social, citando Manuel Delgado, sobre o que é fazer umha etnografia (aplicada, no seu caso, ao Festival da Poesia no Condado): "Ir allí y enterarte". Pois isso.
Esta semana, no âmbito do Mestrado em Literatura, Cultura e Diversidade da @udc.gal. Helena González Doval falará dos principais resultados da sua tese de doutoramento, apresentada em 2025 na faculdade de @filoloxiausc.bsky.social. Entrada livre, é só aparecer.
Em que pensas quando falas de explosão das poéticas e teorias do caminhar? Hai tempo que me interessa bem o tema de poéticas e movimentos...
É que os dias das letras têm recorrentemente esse resultado. Descontextualizam, desgastam possíveis potencialidades, queimam o campo. Mas nom é com estas em particular, até pode que com estas menos? Nom sei...
mas com conexões a outras maiores q apostam nessas trajetórias. Hipótese sem trabalhar mas, e no caso galego? Quais som as narrativas do político hoje? Qual é o espaço de publicaçom? E qual a conexom dessas narrativas com os movimentos/mobilizações concretas/etc.?
Como leitor d romance sempre fum bastante cativo, mas vejo ultimamente umha ligaçom com o social mais forte. A minha sensaçom é q há um conjunto d mulheres decididamente nessa linha, nascidas arredor dos 90 e q escrevem em (ou som traduzidas para) castelhano. Editoras novas, relativamente pequenas👇🏽
🖤
Este livro de Ernaux é uma das propostas de auto-análise bourdesiana mais honestas e com mais sentido estético que tenho visto.
Este livro de @dbecerramayor1984.bsky.social dá boa conta de como o 15M tem condicionado a produção literária espanhola, em castelhano. Faltam-nos, aqui, trabalhos nessa linha com o caso do Prestige, a repressão aos movimentos, as mobilizações contra o espólio do território, a crise habitacional...
honesto porque nom ignora a subjetividade própria da sua história de amor. Nom é um livro habitual na nossa literatura, nem no jeito nem na temática.
O livro de Xulia Alonso tem um aquele de crónica de texto q nom se pensa publicado, da escrita doméstica da que falava Bernard Lahire. Também, um exercício de revisom memorística em forma de autoanálise, crítico porque é um relato honesto da experiência e 👇🏽
🗣️Berros e pancartas de #AltriNon protagonizaron este domingo o partido do Deportivo en Riazor
Morre a fotógrafa Anna Turbau, a retratista que documentou a outra cara da Transición galega.
😎🦊
Nom foi umha liorta, foi umha malheira ao dono dum local e à sua nai septuagenária. A qualidade linguística passa a ser um problema mínimo nesta notícia comparada com o tratamento...
Lembrei deste lema do FestivaldaPoesia. Penso q seria bom ponto d partida para retomar hoje algumas posições, estratégias e discursos nos movimentos críticos (e no reintegracionismo, q sempre foi "d base"): A língua ligada a outras demandas sociais. O nom-essencialismo. Um algo de materialismo só...
Dúvida memorística e para "mui cafeteiros":
-Arqueologia: Qual a 1ª convocatória de um bloco laranja numha mani pola língua? (Com o MDL? 2009 com a plataforma GalegoSempreMais?)
-Atualidade: Além do manifesto do Bloco Laranja para a manifestação de 23F, algum manifesto mais?
🙏
😢Onte faleceu Xosé Vizoso, un dos grandes da ilustración e o deseño gráfico da nosa terra. Se queredes profundizar na súa obra, podedes visitar a exposición que acolle a Biblioteca de Galicia ata maio ou consultar o catálogo Iacobus: surl.li/qonijs
Para o festival de 2005 escreveu um dos meus poemas favoritos já só polo título. Porque Bernardino era o poeta do mar e também o de passá-lo bem com xs amigos, o de beber água e vinho e estarmos juntos. E fumar ganya. Saúde, poeta!
Há um ano descobrim que, para o Festival da Poesia no Condado de 1987, Bernardino escreveu um poema depois de andar fumando "ganya" no Carvalhal do seu colega. Isso contou.
Com 17anos tirei uma foto com Bernardino Graña. Encontrei-no na rua real da Corunha. Caminhava com ajuda de um amigo e falava com muitas complicações pola doença. Nom acreditava que quigesse tirar a foto com ele. Disso há uns 20anos e eu vestia umha camiseta tuenada da marca "Fuma". Eram os tempos.
Não é o seu melhor, mas estas entregas em The Comics Journal estão a ser publicadas e são uma mostra da melhor intervenção política através da "cultura". Que bom Joe Sacco🇵🇸
A resposta já a tens...🙃🤭