Há drones a circular perto dos barcos. São navios humanitários. Porque nos vigiam?
Há drones a circular perto dos barcos. São navios humanitários. Porque nos vigiam?
Saímos de Barcelona e estamos a entrar no segundo dia de viagem para atravessar o mediterrâneo. Ultrapassamos o primeiro obstáculo, que é a sabotagem burocrática da missão. Assim continuaremos, até Gaza.
Foi inesperado e é chocante. O falecimento de Diogo Jota e do irmão num acidente comove o mundo e entristece Portugal. Aos amigos, aos filhos e a toda a família envio os meus sentimentos.
Entre elogios ao ataque ao Irão, Rutte, secretário-geral da NATO, enviou uma mensagem a Trump: “A Europa vai pagar à GRANDE e será uma vitória tua”. É do nosso dinheiro que falam. Estamos a ser arrastados para a guerra por irresponsáveis. Não nos digam que é para o nosso bem.
Já conhecemos outras guerras preventivas, baseadas em ameaças inventadas. O plano de Trump e Netanyahu para dominarem o Médio Oriente é ilegal e terá consequências terríveis no mundo. Portugal deve condena-lo e impedir a utilização das bases norte americanas em solo nacional.
Doze aviões americanos utilizaram recentemente a Base das Lajes. Os EUA tinham prometido apoio militar à loucura de Israel no Irão e ainda ninguém garantiu não ter sido essa a razão. O governo português deve vedar o espaço aéreo a aeronaves envolvidas na agressão ilegal do Irão.
Foram obrigados a fugir da guerra, de desastres climáticos, da perseguição política. Procuram em nós liberdade e segurança. Hoje é Dia Mundial do Refugiado e lembro o que devia ser óbvio: o ódio ameaça, a solidariedade protege quem vem e quem cá está.
Soubemos hoje de mais um ataque de neonazis, desta vez no Porto, que se dizem “simpatizantes do Chega”. Agrediram voluntárias que ajudavam pessoas em situação de sem abrigo e um polícia. Sucedem-se os ataques à liberdade e de Luís Montenegro não ouvimos uma palavra. Porquê?
Mariana Mortágua is the national coordinator of Bloco de Esquerda and member of the National Assembly of Portugal.
@marianamortagua.bsky.social
@blocodeesquerda.bsky.social
Os neofascistas atacam os livros, o teatro e quem faz a cultura. Fazem-no porque acham que podem. O Governo do PSD retirou do relatório de segurança interna a ameaça da extrema direita. É o maior risco à nossa democracia. Solidariedade com o teatro d’A Barraca. Vamos à luta ✊
Foi há precisamente 30 anos. A 10 de Junho de 1995, um grupo de neonazis saiu para “caçar pretos no Bairro Alto”. Assassinaram Alcindo Monteiro, um jovem de 27 anos que tinha saído para dançar com amigos. Não esquecemos que o racismo mata. Nunca paramos de combatê-lo.
A Flotilha da Liberdade, que levava ajuda humanitária a Gaza, foi interceptada pelas forças israelitas. Está em causa o apoio ao povo de Gaza e a segurança dos ativistas, incluindo Greta Thunberg e Rima Hassan. O governo português deve condenar imediatamente a atuação de Israel.
ÚLTIMA HORA: Comissão Europeia dá razão ao Bloco – medidas para a crise da habitação são insuficientes e é preciso controlar rendas. Enquanto a direita e o PS não criticam Bruxelas, conhece a proposta do Bloco para pôr um teto às rendas.
Esta fotografia é de março do ano passado, quando tivemos o privilégio de ser guiados pelo próprio numa das suas últimas exposições. Hoje, como nesse dia, presto a minha homenagem a quem, década após década, nos mostrou muito do que somos e do que podemos vir a ser.
Morreu hoje Eduardo Gageiro. Através da sua lente, conhecemos os anos sombrios da ditadura, a esperança da Revolução, o trabalho e a pobreza, a vida de um povo.
O primeiro voto em liberdade, a primeira vez em que todas as mulheres puderam votar, foi apenas em 1975. Hoje, cinquenta anos depois, honramos esse direito. O voto útil é em quem te representa. Votar é das coisas mais bonitas que há. Não deixes de fazê-lo.
No Bloco temos o compromisso de nunca deixar o povo da Palestina sozinho. A Palestina é a fronteira da humanidade. Os planos genocidas de Netanyahu e a ocupação têm de ser derrotados e Israel obrigado a escolher a paz. Isso só se consegue com boicote, desinvestimento e sanções. O tempo urge.
No Bloco temos o compromisso de nunca deixar o povo da Palestina sozinho. A Palestina é a fronteira da humanidade. Os planos genocidas de Netanyahu e a ocupação têm de ser derrotados e Israel obrigado a escolher a paz. Isso só se consegue com boicote, desinvestimento e sanções. O tempo urge.
A direita apela ao egoísmo, à divisão e ao salve-se quem puder. À esquerda, os mais novos votam pela reforma dos mais velhos. À esquerda, os mais velhos votam pela casa dos mais novos.
Faltam três dias, vamos juntos e solidários!
As enfermeiras e os enfermeiros cuidam de nós sempre que precisamos. Estão sempre lá, de manhã, à tarde ou mesmo à noite. Devem ser respeitados com salários e carreiras dignos. É essa garantia que lhes deixo no seu dia internacional.
youtu.be/ShaZW40Wju8
Luís Montenegro é o farol deste país?
Não te deixes levar pela propaganda liberal que está muito confortável com as dificuldades que passas todos os dias.
Vota em quem quer que os milionários contribuam um pouco mais para que pessoas comuns, como tu, possam ter uma vida melhor.
Se os milionários pagarem mais impostos a economia fica mais justa. Há menos desigualdade e mais dinheiro para investir em habitação, saúde, escola pública ou transportes coletivos.
O Fernando Alvim não tem de se preocupar com a taxação aos ricos que o Bloco propõe. Tu também não, sabes porquê? Porque não tens 3 milhões de euros na conta.
O Fernando Rosas é a coragem de, no momento em que a extrema-direita pisa os mais frágeis e ataca a nossa liberdade, vir à luta outra vez. Foi essa coragem que o levou a aceitar ser, de novo, candidato à Assembleia da República. A coragem do Fernando é um exemplo. O exemplo do Fernando é um orgulho.
O Fernando Rosas é a coragem que, depois do 25 de Abril, ousou trazer esquerda à esquerda. Foi essa coragem que o levou - com o Miguel Portas, o Luís Fazenda e o Francisco Louçã - a fundar o Bloco de Esquerda.
O Fernando Rosas é a coragem que enfrentou o fascismo antes do 25 de Abril. Foi essa coragem que o levou à oposição ao regime, à organização da resistência e à prisão em Peniche.
A Marisa perguntou-me ontem que palavra me vem imediatamente à cabeça quando ouço falar do Fernando Rosas. Repito aqui o que lhe respondi: coragem.
Esta luta é de todos nós. Pela valorização do trabalho. Pela justiça salarial. Pela dignidade de quem nunca virou a cara à luta — nem ao turno da noite.
Estive com a Sofia e com outros trabalhadores da Sumol-Compal. E o que ouvi não pode continuar a ser ignorado. Quando uma empresa tem lucros, não pode virar as costas a quem os tornou possíveis.