Finalmente, o Congresso vai debater a regulamentação do trabalho por aplicativos, uma pauta urgente para milhões de brasileiros que dependem dessa atividade para garantir renda.
Finalmente, o Congresso vai debater a regulamentação do trabalho por aplicativos, uma pauta urgente para milhões de brasileiros que dependem dessa atividade para garantir renda.
Regular o trabalho por aplicativo é garantir direitos, proteção social, transparência nos algoritmos e remuneração justa para quem sustenta essa economia todos os dias.
É hora de impor limites às empresas de tecnologia que lucram com a exploração de motoristas e entregadores. Inovação não pode servir de justificativa para precarização.
Flávio Bolsonaro reconheceu em depoimento ao Ministério Público que o miliciano Adriano da Nóbrega, apontado como líder do “Escritório do Crime”, foi seu instrutor de tiro. Familiares do miliciano chegaram a ser nomeados em seu gabinete.
www.brasildefato.com.br/2020/08/10/f...
O discurso anticorrupção da extrema direita sempre foi uma farsa e segue sendo usado para fabricar narrativas e atacar quem de fato defende o povo brasileiro, a esquerda e o presidente Lula.
Não dá para esquecer: Flávio Bolsonaro foi investigado no esquema das rachadinhas, caso que repercutiu até internacionalmente. Os bolsonaristas fingem que o povo não viu os milhões movimentados por Queiroz no gabinete do filho do ex-presidente Bolsonaro.
Enquanto isso, a gestão do prefeito Ricardo Nunes segue marcada por denúncias e escândalos envolvendo contratos e obras públicas, enquanto problemas básicos da cidade continuam sem solução.
A cada chuva forte, a história se repete: ruas alagadas, córregos transbordando, carros boiando e trabalhadores vendo o esforço de anos ser destruído em poucos minutos.
Até quando empresários, comerciantes e a população de São Paulo vão ter que arcar com os prejuízos causados pela falta de drenagem, manutenção e zeladoria na cidade?
Antes de venderem Flávio Bolsonaro como alternativa palatável, convém lembrar que sua trajetória pública continua cercada de denúncias, investigações e dúvidas patrimoniais que nunca foram politicamente superadas.
Flávio Bolsonaro pode tentar suavizar o discurso, mas os fatos seguem pesando. O país precisa olhar menos para a embalagem e mais para o histórico.
O problema de Flávio Bolsonaro não é de imagem. A mansão de quase R$ 6 milhões, o financiamento milionário e a quitação acelerada só ampliam as dúvidas que ele ainda precisa explicar.
Curioso: no caso Master/Vorcaro, surgem nomes ligados à direita. Mas o foco de parte da mídia vira Lula, que não aparece na investigação. Isso tem nome: desvio de narrativa
O escândalo do Banco Master/Vorcaro não é apenas fraude bancária. As investigações apontam lavagem de dinheiro, pressão política e intimidação de jornalistas. Mesmo assim, parte da mídia evita falar dos nomes da direita que aparecem no caso. Transparência total já. #BolsoMaster
Auditoria aponta R$ 42,7 milhões em possível superfaturamento em contratos feitos sem licitação, e o MP investiga 334 contratações emergenciais.
CORRUPÇÃO: O prefeito de São Paulo precisa explicar a denúncia de superfaturamento em obras.
Contratos emergenciais da gestão Ricardo Nunes estão na mira do Ministério Público.
BolsoMaster: o maior doador das campanhas de Bolsonaro e Tarcísio, o pastor e empresário Fabiano Zettel, teria mantido “atuação direta e reiterada” em apoio às atividades fraudulentas do Banco Master, segundo as investigações.
www.metropoles.com/sao-paulo/al...
MAIS ESCÂNDALO: A investigação da PF e do MPF já aponta fraude contra o sistema financeiro e prepara novas apurações por suspeita de corrupção e compra de apoio parlamentar. O que parecia um caso bancário pode revelar uma rede de poder em Brasília.
O escândalo do Banco Master expõe algo maior que fraude financeira. A investigação da PF aponta lavagem de dinheiro, espionagem ilegal e até uma “fila de pagamentos” a autoridades discutidas por Daniel Vorcaro e seu operador. Não é caso isolado, é possível rede de poder.
No discurso: “maior programa habitacional da história”. Na realidade, obra abandonada e apartamentos depredados. Enquanto isso, famílias recebem um auxílio-aluguel de R$ 600, valor irrisório diante do valor dos aluguéis na capital.
Uma obra milionária parada há dois anos. Mais de R$ 100 milhões investidos e nenhuma família morando. Esse é o retrato da falta de compromisso da gestão de Ricardo Nunes com a habitação social em São Paulo.
g1.globo.com/sp/sao-paulo...
O que se vê é uma cidade abandonada, sob a gestão de Ricardo Nunes.
g1.globo.com/sp/sao-paulo...
O retrato do abandono que vive São Paulo. Até agora, ninguém assumiu responsabilidade pela explosão que abriu uma cratera no meio da cidade. Por sorte, não houve vítimas no momento da explosão, mas poderia ter sido uma tragédia.
A ofensiva da elite contra o fim da escala 6x1 é descarada. Eles não escondem que querem os pobres cada vez mais explorados, sem tempo livre para descanso e sem acesso ao lazer ou a investimento em formação profissional.
Justiça! Por unanimidade o STF condenou os acusados de mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.D epois de 8 anos, a Justiça começa a dar uma resposta concreta às famílias que nunca deixaram de lutar pela verdade e responsabilização dos culpados.
O governador reduziu em cerca de 96% os investimentos na infraestrutura de combate aos impactos das chuvas, de aproximadamente R$ 135 milhões para R$ 6 milhões. Quando se corta quase todo o orçamento de prevenção, o resultado é cidades mais vulneráveis e famílias em risco.
A tragédia na Zona da Mata mineira não pode ser tratada como fatalidade. O que acontece é reflexo das escolhas políticas do governador Romeu Zema.
Nos solidarizamos com as vítimas e com todas as famílias que perderam entes queridos, além daquelas que estão desabrigadas.
A situação em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, é extremamente preocupante. As autoridades já registram 36 mortes e dezenas de pessoas ainda desaparecidas sob os escombros.
É muita cara de pau de Tarcísio de Freitas tratar como “fofoca” uma investigação conduzida pela Unidade de Inteligência Financeira de Andorra contra o seu vice, Felício Ramuth. Estamos falando de uma investigação sobre suspeita de lavagem de mais de R$ 8 milhões em paraíso fiscal.