Acompanhe a campanha de 10 anos da Gênero e Número ao longo de 2026 e conte para a gente: qual dado da GN mudou a sua forma de ver o mundo?
Acompanhe a campanha de 10 anos da Gênero e Número ao longo de 2026 e conte para a gente: qual dado da GN mudou a sua forma de ver o mundo?
Os próximos 10 anos começam agora. E queremos você com a gente. +
Chegar aos 10 anos como uma associação independente no Brasil é, também, um ato de resistência. Nossa infraestrutura de dados não apenas analisa o presente: ela disputa o futuro, para que a realidade de mulheres, pessoas negras, indígenas e LGBTQIA+ nunca mais seja ignorada no debate público. +
Ao longo desses anos, construímos investigações que hoje servem de base para a defesa de direitos e para a formulação de políticas públicas em todo o país. +
Há uma década, a Gênero e Número decidiu não aceitar o silêncio estatístico como resposta.
Onde o Estado não contava, criamos método. Onde o debate era raso, trouxemos rigor. +
O que acontece quando o dado de que você precisa não existe? +
Homens, até quando vocês serão isentos nesse debate? Os agressores não são “monstros” distantes, são pessoas sustentadas pelo silêncio de quem escolhe não ver.
Não basta apenas se indignar com as manchetes. É preciso encarar os números que mostram que a violência sexual é um problema estrutural e coletivo.
A barbárie que choca o país sempre aconteceu, mas por muito tempo existiu em uma lacuna de dados e de invisibilidade. Há 10 anos, nossa organização nasceu para ser a resposta ao vazio de dados sobre gênero e raça.
Esse crime brutal expõe uma conta que nunca fecha: a onipresença da violência na vida das meninas e mulheres e o silêncio absoluto nos círculos sociais masculinos.
Se toda mulher conhece uma vítima, por que os homens não conhecem os agressores?
O estupro coletivo de uma menina em Copacabana não é um fato isolado.
Sua participação ajuda a construir um retrato mais justo e diverso sobre nosso trabalho, nossas condições e nossos sonhos para o futuro.
👉 Acesse aqui e participe: bit.ly/SensoMulheres2
Você já parou pra pensar como tem sido estar no terceiro setor?
Essa pesquisa é um espaço de escuta e reflexão. Não é só sobre dados, é sobre trajetórias, vivências, afetos e desafios de quem sustenta o terceiro setor no dia a dia.
Na Gênero e Número, reunimos reportagens, análises e dados sobre o legado de Marielle, o impacto político do crime e o que ele nos ensina sobre democracia, justiça e memória.
Marielle incomodava por não abaixar a cabeça, por se manter firme na luta pelos direitos humanos e por justiça social. Essa condenação nos mostra um Brasil que caminha em direção a um país em que nossas vidas realmente importam, por todas as mulheres que seguem de pé mesmo quando tentam silenciá-las
Há uma década, a Gênero e Número nasceu com o propósito claro de revelar como as desigualdades de gênero e raça pautam quem vive e quem morre no Brasil.
O STF formou maioria para condenar os mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão foram condenados por duplo homicídio. Foram 8 anos de espera por uma resposta que é apenas o mínimo.
Na Gênero e Número, reunimos reportagens, análises e dados sobre o legado de Marielle, o impacto político do crime e o que ele nos ensina sobre democracia, justiça e memória.
Leia a coleção completa:
🔗 www.generonumero.media/o-legado-de-...
O julgamento dos mandantes é um passo importante, mas a pergunta maior segue aberta: que condições permitem que crimes políticos como esse aconteçam? Que mecanismos ainda falham na proteção de lideranças públicas?
Dados mostram que mulheres na política sofrem mais ameaças, ataques e tentativas de silenciamento, especialmente quando enfrentam estruturas de poder locais. A violência começa na intimidação.
A execução de uma mulher negra eleita e defensora de direitos humanos escancarou um problema estrutural: a violência política que atinge especialmente mulheres, pessoas negras e lideranças periféricas.
Marielle foi assassinada em 2018 após denunciar violência policial, milícias e violações de direitos humanos no Rio. O crime não foi apenas um homicídio político. Foi um recado.
Um recado sobre quem pode falar, ocupar espaço e disputar poder.
Hoje começa o julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.
Não é só sobre responsabilização individual: é sobre o que esse crime revelou sobre violência política, racismo e democracia no Brasil.
Em nova coluna, Mariana Belmont mostra por que a superação verdadeiramente sustentável dos combustíveis fósseis não é só uma questão ambiental, mas também política, econômica e social – e como um país latino está dando um pontapé nessa discussão.
Leia a coluna completa no site.
Entre promessas de transição energética, interesses econômicos e desigualdades históricas, a região vive uma disputa sobre que futuro quer construir: repetir as injustiças o caminho do petróleo ou apostar em outro modelo de desenvolvimento.
A América Latina pode ser parte da solução climática, mas ainda está presa ao modelo dos combustíveis fósseis.
Leia o artigo completo para entender como essas políticas afetam a vida de mulheres e imigrantes nos EUA.
A política anti-imigração de Trump não é só uma questão de segurança nacional. É uma questão de justiça reprodutiva.
Não podemos falar de “liberdade” e “pertencimento” enquanto o Estado decide quem pode formar família, quem pode ser mãe e quem tem o direito de existir em segurança.
Todo mundo viu Bad Bunny no Super Bowl, celebrando a cultura latina em um dos maiores palcos do mundo.
Mas enquanto isso, o governo dos EUA segue atacando a dignidade de famílias imigrantes, separando crianças de pais, detendo mulheres grávidas e violando direitos fundamentais.