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Mande para nós a reclamação com o número do ônibus, linha e horário: ctmu@cl.df.gov.br
🙋🏽
🙏🏾✊🏾
Essa vitória é do movimento social, especialistas em mobilidade urbana, população do DF e CTMU!
Sabemos que esse é apenas o primeiro passo para a implementação da tão sonhada Tarifa Zero no Distrito Federal, e para que essa implementação seja bem sucedida para a nossa população, ela deve ser testada de forma escalonada e com garantia do fundo de transporte.
Hoje é dia de comemorar! ✊🏽
Tarifa Zero, gostoso demais! ✊🏾🚍
Estamos felizes, sem duvida é de se comemorar.
Estamos há dois anos entregando estudos, dados, propostas de lei que garanta um fundo para o transporte.
O Gov acerta em testar, mas para dar certo, precisamos auditar todo sistema, rediscutir a modela e a forma de remuneração
Olha olha!!
O Gov anuncia que a partir de 1º de Março terá tarifa zero no sistema como teste.
Pressão dando resultado. Gostaríamos muito que o Gov entendesse que entregamos todo um plano para essa implementação ser escalonada e com fundo para subsidiar.
Que o teste tenha dados!
Saiu o resultado do CNU!
Desejo boa sorte a geral que fez.
Para isso acontecer, basta preencher o formulário que está no link da bio do nosso instagram e, em breve, nossa equipe entrará em contato para combinar os detalhes.
Queremos ir até sua casa para conversar sobre o que você quiser, pode ser sobre política, cultura, transporte e muito mais. Acompanhado de um café quentinho, claro!
Você tomaria um café com quem dessa lista? 👀
Se você curte trocar ideia enquanto compartilha um bom cafezinho, seu momento chegou: Vem aí o Café com Max ☕
E foi criado e apresentado um projeto para construção de uma unidade da defensoria pública no Sol Nascente. Seguiremos fortalecendo a quebrada de diversas formas!
Com o valor destinado, foram adquiridos novos veículos para contribuir no deslocamento das equipes nas áreas mais vulneráveis para um atendimento eficiente +
Com o objetivo de fortalecer as estruturas que já existem, destinamos 720 mil reais para a Defensoria Pública do DF, que é um dos órgãos responsáveis por garantir o acesso à justiça.
As medidas para reverter esse cenário são inúmeras e sabemos que não são fáceis, mas precisamos fortalecer as que já existem!
Quantas pessoas você conhece que sequer tiveram o direito à justiça e por esse motivo tiveram a vida destruída?
Seja por ver um filho morrer através das mãos do estado, ou por ter o projeto social que salva vidas todos os dias esfacelado por esse mesmo estado
E vocês sabem no que isso resulta?
Violação de direitos, cada vez mais impunidade e intensificação das desigualdades sociais.
De acordo com dados da OAB, somente 16% das pessoas processadas por algum motivo tem acesso à defesa pública.
E quando falamos de pessoas negras, periféricas e mulheres os dados são piores ainda.
Por aqui, acreditamos que isso acontece propositalmente, por conta de um projeto de estado das elites que insiste em tentar nos dizimar
Para as moradoras e moradores da quebrada a falta de acesso a direitos é uma realidade cruel
E um desses direitos não acessados é a justiça
A falta de acesso à justiça contribui no aumento da vulnerabilidade na periferia!
Vem aqui entender nosso pensamento 👇🏿
Com o PL 1478/2024 nosso principal objetivo é promover um olhar mais humano e consciente sobre o tema, fortalecendo a rede de apoio às famílias!
Além disso, queremos ampliar os direitos dessas parturientes, garantindo apoio psicológico, cartazes informativos nas maternidades para facilitar o acesso a direitos, capacitação de profissionais de saúde e o incentivo ao registro civil de fetos, entre outras medidas. +
o nosso projeto apresentado, aprimora a Lei nº 6.798/2021, e pode garantir um espaço reservado para parturientes diagnosticadas com óbito fetal, aborto espontâneo ou que estejam aguardando atendimento médico para retirada do feto. +
Imaginem as experiências das parturientes desses fetos natimortos?
Pensando nisso, apresentamos o PL 1478/2024 visando a garantia de espaço reservado para parturientes em casos de perda gestacional. +
De acordo com informações da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), em 2023, cerca de 21 mil fetos nasceram mortos no Brasil, e apenas 50% destes foram registrados. No Distrito Federal, 500 bebês nasceram mortos, dos quais apenas 11,9% são registrados. +
Infelizmente, o depoimento descrito anteriormente reflete a realidade de diversas mulheres e parturientes. Muitas delas não recebem o atendimento adequado e entram em sofrimento mental devido as experiências vividas. +