🇫🇷🇻🇪 AGORA: Líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen condena ataque dos EUA contra a Venezuela.
Ela afirmou que, apesar das críticas a Maduro, a mudança de governo imposta por ação militar é inaceitável e que a soberania dos Estados é “inviolável e sagrada” e não pode ser relativizada.
Hoje, no aniversário do presidente Mao, fica a dica de leitura para A estrela vermelha brilha sobre a China, disponível no nosso site:
Como chegamos até aqui e quais são os principais desafios para o futuro
Debate com Antonio Martins, Rodrigo Correa, Manuela Beloni e mediação de Hugo Albuquerque no aniversário de 15 anos de Outras Palavras, 10 de Autonomia Literária e 5 de sobinfluencia!
Para assistir, acesse youtu.be/OMkU5_H0_no
Debate dos aniversários da Autonomia Literária, Outras Palavras e Sobinfluência.
Falei bastante sobre Chile e Trump aqui:
Aviões de combate sobrevoaram a 160 quilômetros do Lago Maracaibo, segunda cidade mais populosa da Venezuela e sede de uma das principais bases militares do país.
Agora no ar!
Em tempos de debate sobre imperialismo, o cerco naval americano contra a Venezuela ensina como o militarismo e a violência são características incontornáveis do fenômeno.
Artigo meu para a @revistajacobina.bsky.social sobre a reaparição do militarismo japonês, sua ameaça contra a China e os detalhes sórdidos da questão taiwanesa.
Artigo meu para a @JacobinBrasil sobre a reaparição do militarismo japonês, sua ameaça contra a China e os detalhes sórdidos da questão taiwanesa.
A distante paz na Ucrânia
Trump volta à carga para buscar algum acordo entre Ucrânia e Rússia, oferecendo um plano intermediário que agrada a Moscou, mas Zelensky segue dizendo não.
Agora no ar!
Trump 2 é impopular faz tempo, mas a mídia brasileira só descobriu agora. Até aqui, a maior explicação é a economia. Fantasma de Epstein só voltou a ter relevância nessa conjuntura - e só vai operar efeitos reais se for divulgado algo concreto, mas aí seria nocaute.
Trump retirou as tarifas contra o Brasil porque elas:
1) fizeram o contrário de ajudar Bolsonaro e dobrar Lula;
2) geraram inflação;
3) Soaram impopulares.
Isso não quer dizer que ele não vai voltar a carga contra o Brasil. Mas a tática teve de ser mudada.
Em crise dramática de popularidade, causada por múltiplos fatores, Trump resolve aumentar a pressão e, talvez, atacar a Venezuela para distrair seu público.
A vitória de Mamdani, as implicações disso no mundo, o enigma Nova Iorque, a classe trabalhadora como motor da luta dos povos.
Em tom de crítica, Lewandowski diz que Derrite fez o PL Antifacção 'em 24 horas'
A COP30 começa hoje esvaziada e sob boicote de alguns países como os EUA - fazendo com que suas soluções estejam longe do necessário para enfrentar a emergência climática.
o q me lembra a corrida dos foguetes, pq tipo, ele botaram alguém la na lua, se declararam campeões, mas que precisava pegar carona nos foguetes russos sempre que precisava chegar na ISS eram os gringos...
lembrando que os gastos relacionados à IA respondem por 92% do crescimento do PIB dos EUA este ano, e a indústria de tecnologia já representa um terço do índice S&P
O maior pesadelo de Trump é um estouro da bolha da IA, o que pode gerar uma contaminação em todo mercado de tecnologia e, por consequência, em todo mercado de capitais americano. A maneira como ele está gerindo a pressão na Nvidia não ajuda (7/7).
A China, por outro lado, mostrou que é capaz de fazer mais com menos do que as gigantes americanas de IA. O problema é a dependência de chips ocidentais, que ainda estão na frente dos chineses, apesar dos ganhos dos últimos anos nessa área por parte de Pequim (6/7).
Só que isso gera um efeito cascata em todo ramo das Big Techs, sobretudo no que diz respeito ao valor de suas ações: uma verdadeira bolha mantida e incentivada pelo governo americano para que essas empresas "vençam a corrida" contra os chineses (5/7).
Isso derrubou o valor das ações da Nvidia: isso atingiu o mercado de IA dos EUA e, depois, porque os grandes fundos e o governo americano claramente agiram para enquadrar a Nvidia (4/7).
E os ganhos inflados da Nvidia ficavam sujeitos não à economia real, mas atrelados à inflação das ações das empresas de IA americanas. Um risco que o CEO da Nvidia quis romper numa entrevista bomba, mas sobrou pra ele e todo mundo (3/7).
A Nvidia quer ganhar dinheiro vendendo chips para todos os países, mas o governo americano está limitando seus ganhos ao criar dificuldades de exportação para a China. Trump criou um novo ânimo sobre a IA americana, dizendo que os chineses não teriam os melhores chips (2/7).
EUA têm financiado suas gigantes de IA via bolsa, mas com ações caras e com pouco retorno em nome de um ganho futuro; que os EUA vão ganhar a corrida da China, por bem ou por mal. Isso implode com uma declaração de uma fabricante de chips, apontando a liderança chinesa (1/7).
Em outras palavras, Trump tem um ano para reverter isso; se não o fizer, perderá as eleições legislativas do ano que vem - se tornando o que eles chamam de pato manco, o que antecipará o difícil debate sobre sua sucessão (3/3).
Em outras palavras, Trump está mais fraco do que parece. A boca do jacaré da popularidade dele abriu de novo em novembro, justamente quando iam rolar votações variadas pelos EUA. A principal causa: economia e inflação piorando aos olhos do eleitor (2/3).