A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais, secreções respiratórias ou objetos contaminados.
Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça e lesões cutâneas que podem surgir no rosto, mãos, pés, genitais e outras regiões do corpo.
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10.03.2026 21:32
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➡️ 92% dos casos são em homens
➡️ 65% relataram relações sexuais com homens
➡️ 64% têm entre 30 e 39 anos
O estado de São Paulo lidera em número de registros, com 86 casos, seguido por Rio de Janeiro (19) e Rondônia (10).
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Infográfico do Instituto Todos pela Saúde intitulado "Termômetro da mpox no Brasil". Sobre fundo azul claro, um destaque vermelho exibe o número 129 em branco, indicando 129 casos confirmados da doença em 2026. Um ícone de alerta amarelo aparece ao lado do número. Abaixo, o texto informa que esse número é 52% menor do que o registrado no mesmo período no ano anterior. À direita, há uma ilustração microscópica do vírus mpox. No topo, uma barra de busca com o texto "O Dado do Mês" e o logotipo do Instituto Todos pela Saúde.
BRASIL REGISTRA 129 CASOS DE MPOX EM 2026. Não há registro de óbitos e a maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada. O cenário ainda está distante de anos anteriores: em 2025, no mesmo período, o Brasil já tinha 267 casos. Ao longo de 2025, foram 1.079 confirmações e duas mortes.
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Infográfico com fundo cinza texturizado. Título em vermelho: "Até o momento, não há casos da doença em humanos no Brasil." À esquerda, texto sobre os 20 focos em aves em 2025 e a aprovação de R$ 83,5 milhões pelo Congresso Nacional para defesa agropecuária. À direita, fotografia de aves aquáticas brancas (garças) em área alagada com vegetação verde ao fundo, emoldurada com bordas arredondadas e borda azul.
Infográfico com fundo cinza texturizado. À esquerda, fotografia de aves aquáticas em área alagada com vegetação, emoldurada com borda azul. Sobre a foto, ícone de engrenagem em vermelho. À direita, texto sobre estudo da revista Ecology Letters com dados de telemetria de 4.606 aves, destacando em azul o papel da migração de aves na disseminação do vírus. Texto adicional sobre a capacidade do patógeno de infectar mamíferos terrestres e marinhos. Na parte inferior, citação em itálico do título do estudo.
Card com fundo cinza texturizado. No topo ao centro, logotipo do Instituto Todos pela Saúde — cruz vermelha e azul com o nome ao lado. Abaixo, texto centralizado em azul: "O ITpS monitora infecções virais e bacterianas em tempo oportuno para apoiar decisões em saúde pública e fortalecer a vigilância epidemiológica no Brasil." com os trechos em negrito destacados em azul escuro. Abaixo, chamada para seguir o perfil. Na parte inferior, quatro ícones de interação em vermelho: curtir (coração), comentar (balão), compartilhar (avião de papel) e salvar (marcador). Linha pontilhada decorativa no canto inferior direito.
No quadro Além do Alerta, explicamos o contexto da gripe aviária para além das manchetes.
Abra as imagens para entender o cenário e compartilhe com quem acompanha saúde pública.
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09.03.2026 21:14
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Infográfico com fundo cinza texturizado. No topo, título em azul escuro: "E é aí que mora o perigo", com a palavra "perigo" em destaque maior. Abaixo, card branco arredondado com texto sobre a capacidade do H5N1 de infectar humanos e o risco de mutação. Na parte inferior esquerda, ilustração de uma pasta de arquivo vermelha com ícone de exclamação branco.
Infográfico com fundo cinza texturizado. No topo, título em azul: "Por enquanto, os casos em humanos seguem raros." Ao centro, texto da OMS seguido do número 939 em vermelho grande, com a legenda "registros em 24 países". Abaixo, caixa branca com borda pontilhada trazendo informação sobre os EUA: mais de 70 casos e 2 mortes em 2025, com esse trecho destacado em azul.
Infográfico com fundo cinza texturizado. Título em azul: "A maioria das infecções em humanos ocorre a partir de:". Abaixo, três cards brancos empilhados verticalmente, cada um com ícone ilustrativo em vermelho à esquerda: galinha (contato com aves vivas infectadas), coxa de frango (manipulação de animais mortos recentemente, como em frigoríficos) e nuvem de vento (exposição a secreções ou aerossóis contaminados).
Monitorar surtos em animais e analisar mutações ajuda a identificar quando um vírus se aproxima de um estágio crítico: a capacidade de transmissão sustentada entre humanos. Ao reconhecer esse sinal com antecedência, autoridades podem ajustar estratégias e preparar respostas coordenadas.
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09.03.2026 21:14
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Card no estilo pasta de arquivo, com fundo cinza texturizado. A pasta tem abas azul e vermelha. Na aba vermelha, em letras brancas: "Além do Alerta – Gripe aviária avança na Europa. Surtos de H5N1 atingem granjas e aves silvestres." Um bilhete branco colado com fita adesiva traz o texto em azul: "Entenda por que a vigilância desses casos também importa para a saúde humana!" No canto superior direito, logotipo do Instituto Todos pela Saúde — cruz vermelha e azul com o nome ao lado.
Infográfico com fundo cinza texturizado. No canto superior esquerdo, o número 42 em vermelho grande, seguido do texto "focos de H5N1, variante altamente patógena do vírus da influenza aviária A, foram registrados na Europa apenas nas duas primeiras semanas deste ano." Ao centro, mapa da Europa em tons acinzentados com França, Alemanha, Holanda e Polônia destacadas em azul escuro. Três anotações com linhas apontam para os países: à direita, "A Polônia lidera em número de aves comerciais afetadas no período: 1,49 milhão"; à esquerda, nota sobre a França e as vacinas; na parte inferior, nota sobre Alemanha e Holanda.
Infográfico com fundo cinza texturizado. Texto introdutório no topo sobre a transformação do vírus. Abaixo, três cards brancos lado a lado, cada um com ícone de vírus em vermelho e os textos: "H5N2 (Letônia e Suécia)", "H5N5 (Islândia)" e "Subtipos H7 (Ilha da Madeira)". Na parte inferior, caixa azul-claro com ícone de exclamação em azul à esquerda e texto sobre a diversificação genética e evolução do patógeno.
GRIPE AVIÁRIA CRESCE NA EUROPA; VIGILÂNCIA É ESSENCIAL.
Com 42 focos da doença em aves registrados apenas nas duas primeiras semanas de 2026, o avanço do vírus reforça a importância de integrar saúde animal, ambiental e humana — princípio de Uma Só Saúde — para antecipar riscos.
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09.03.2026 21:14
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Entre percentis >90, a resposta imune foi mais lenta e houve maior proporção de casos após 180 dias. Ainda assim, não houve aumento de internações ou mortes. Os dados, publicados na revista BMC Infectious Diseases, reforçam a importância de medidas precisas na avaliação da resposta vacinal.
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03.03.2026 20:11
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A obesidade foi definida por percentual de gordura > percentil 50, medido por bioimpedância — método mais preciso que o IMC, pois diferencia gordura de massa magra. Participantes com maior percentual de gordura apresentaram níveis mais baixos de anticorpos até o dia 180 pós-esquema inicial.
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03.03.2026 20:11
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Infográfico do Instituto Todos pela Saúde com fundo rosa claro. Título em azul escuro e negrito: 'Obesidade pode reduzir resposta imunológica às vacinas contra a covid-19'. Texto explicativo: 'Pessoas com maior percentual de gordura corporal tiveram uma reação imune mais fraca e lenta — mas isso não se traduziu em casos mais graves da doença. Os dados completos estão na legenda.' Ao lado direito, ilustração de uma seringa com vacina. Na parte inferior, ilustração de um velocímetro com o ponteiro apontando para a zona vermelha. Logotipo do Instituto Todos pela Saúde no canto superior direito.
NEM TODO ORGANISMO RESPONDE DA MESMA FORMA À VACINAÇÃO.
Um estudo brasileiro, com participação do ITpS, acompanhou 5.071 pessoas com comorbidades vacinadas com duas doses de CoronaVac e reforço com ChAdOx1-S (AstraZeneca) para investigar como a composição corporal influencia a resposta imune.
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03.03.2026 20:11
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Nesse período, o VSR foi o mais frequente entre crianças de 0 a 4 anos, respondendo por 64% das infecções respiratórias.
Acesse aqui para saber mais: www.itps.org.br/pesquisa-det...
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02.03.2026 20:42
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Já em relação aos vírus respiratórios, o destaque é o VSR, cuja positividade chegou a 5% na SE 7 (encerrada em 21/2), a última semana analisada, mantendo o padrão de alta a partir de fevereiro, com pico esperado em abril, já no outono.
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02.03.2026 20:42
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O recorte etário acrescenta um ponto relevante: a faixa de 5 a 19 anos apresentou positividade para dengue de >7% na SE 4. No entanto, tendências gerais de queda não significam que outros grupos não precisam também estar em alerta. Para saber mais, acesse: www.itps.org.br/pesquisa-det...
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02.03.2026 20:42
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➡️ em janeiro, a positividade para dengue foi a mais baixa dos últimos quatro anos neste período;
➡️ ainda assim, a SE 4 registrou aumento de 2 .pp., o que merece atenção quanto à dinâmica futura;
➡️ a chikungunya mantém tendência de queda há três meses.
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02.03.2026 20:42
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MONITORAMENTOS NO RADAR: FEVEREIRO 📡
Estreia hoje um novo quadro do ITpS no BlueSky. A cada mês, retomaremos as principais análises dos nossos relatórios de monitoramento publicados a partir de dados de laboratórios parceiros.
Entre as análises sobre arboviroses…
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02.03.2026 20:42
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Entre suas frentes prioritárias estão o fortalecimento de redes de vigilância epidemiológica, a análise de dados e a formação de profissionais qualificados para enfrentar futuras emergências sanitárias. Cinco anos depois, esse compromisso permanece.
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26.02.2026 21:06
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O Instituto estrutura sua atuação com um Conselho de Administração e um Comitê Técnico-Consultivo que trabalham de forma alinhada, orientando o apoio a pesquisas estratégicas e à produção de evidências que possam subsidiar respostas rápidas e políticas públicas em saúde.
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26.02.2026 21:06
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Imagem comemorativa dos 5 anos do Instituto Todos pela Saúde (ITpS). Ao centro, foto de grupo com cerca de 15 pessoas sorrindo, em um ambiente interno. À direita, foto de um bolo branco decorado com o logo do instituto em vermelho e azul. Em destaque, o número "5 anos do ITpS" em tipografia grande nas cores vermelho e azul. Na parte inferior, o texto: "O que começou como resposta a uma emergência sanitária transformou-se em compromisso permanente com a saúde pública". No canto superior direito, logotipo do Instituto Todos pela Saúde com o símbolo de cruz em vermelho e azul.
CINCO ANOS FORTALECENDO A VIGILÂNCIA EM SAÚDE.
No dia 26 de fevereiro de 2021, era criado o Instituto Todos pela Saúde, após a atuação da Iniciativa durante a pandemia de Covid-19. Desde então, consolidou-se a missão de articular uma rede capaz de monitorar e antecipar epidemias e pandemias.
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26.02.2026 21:06
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Mas a história não termina aí. Entre os genes analisados, pesquisadores também encontraram 11 sequências com potencial antimicrobiano. A cepa ainda produziu compostos que bloquearam o crescimento de bactérias modernas. Os achados podem inspirar o desenvolvimento de novos medicamentos.
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23.02.2026 21:12
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Outros 600 genes identificados não têm função conhecida. A bactéria demonstrou resistência a 28 antibióticos atuais de 10 famílias diferentes, incluindo rifampicina, vancomicina e ciprofloxacina. Também é a primeira cepa do gênero resistente a medicamentos como trimetoprim e metronidazol.
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Infográfico do Instituto Todos pela Saúde sobre uma descoberta científica. Ao fundo, fotografia da Caverna Scărișoara, na Romênia, local onde foi coletada a amostra de bactéria (crédito: Paun V.I.). O texto principal diz: 'Bactéria preservada no gelo há 5 mil anos é resistente a 10 tipos de antibióticos atuais'. Abaixo, subtítulo: 'A descoberta pode abrir caminho para novos medicamentos; entenda mais na legenda!
CIENTISTAS DESCOBREM QUE BACTÉRIA PRESA NO GELO HÁ 5 MIL ANOS É RESISTENTE A 10 TIPOS DE ANTIBIÓTICOS. A Psychrobacter SC65A.3 foi colhida na caverna de Scărișoara, na Romênia. O estudo foi publicado na Frontiers in Microbiology e analisou 100 genes ligados à resistência, após sequenciamento.
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23.02.2026 21:12
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Card informativo com ícone de pasta vermelha de alerta. Texto: "A cobertura vacinal não atinge a meta desde a pandemia de covid-19, período marcado por uma explosão de desinformação sobre vacinas. Um estudo da FGV mostrou que o compartilhamento de conteúdo antivacina cresceu 689 vezes entre 2019 e 2021. Mesmo após o pico da pandemia, esse volume não voltou ao patamar anterior: em 2025, a circulação de desinformações sobre o tema segue 122 vezes maior do que em 2019."
Card informativo com fundo cinza texturizado e moldura estilizada de janela de navegador com cabeçalho azul. Título em azul escuro: "A politização da imunização também contribui para esse cenário." Subtítulo em preto: "Além da redução da cobertura vacinal, o surto de sarampo é consequência direta da fragmentação das políticas de imunização e do enfraquecimento das estratégias de comunicação em saúde."
Cartão com citação de Gerson Penna, Diretor-presidente do ITpS. Texto em azul: "Vacinas só funcionam plenamente quando são tratadas como política de Estado, e não como uma escolha individual dissociada do bem coletivo (...) Conquistas históricas podem ser rapidamente revertidas quando ciência, políticas públicas e comunicação deixam de andar juntas." Nome em vermelho: "Gerson Penna". Cargo em preto: "Diretor-presidente do ITpS". Foto do especialista no canto inferior direito.
Card de encerramento do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza texturizado. Logo do ITpS no topo. Texto em azul: "Siga o perfil para mais análises de surtos, epidemias e pandemias." Subtítulo: "O ITpS atua na vigilância e análise de dados para antecipar riscos e fortalecer a resposta do Brasil às emergências em saúde pública." Ícones de curtir, comentar, compartilhar e salvar em vermelho. Parte de uma pessoa aparece no canto inferior esquerdo.
O sarampo, pela sua alta transmissibilidade, é um dos principais indicadores da robustez dos programas de imunização. Sua reemergência expõe vulnerabilidades sistêmicas na proteção coletiva. No carrossel, o ITpS analisa o cenário na editoria Além do Alerta. Abra as imagens para mais!
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20.02.2026 21:29
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Mapa do Brasil com título "No Brasil..." destacando 38 casos de sarampo em 2025, a maioria associada à importação do vírus, ou seja, quando a infecção é contraída em outro país ou região e diagnosticada após a pessoa viajar. Informa que apesar dos casos esporádicos, em 2024 a Opas recertificou o Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo. O mapa mostra distribuição dos casos por estado: Tocantins (25 casos), Mato Grosso (6 casos), São Paulo (2 casos), Rio de Janeiro (2 casos), Maranhão (1 caso), Distrito Federal (1 caso) e Rio Grande do Sul (1 caso). Nota de rodapé explica que a maioria dos casos no Tocantins ocorreu após a importação do vírus da Bolívia, com transmissão em uma comunidade com baixíssima cobertura vacinal, resultando em 25 casos confirmados — 22 na comunidade e três na população geral.
Card informativo com título em destaque azul: "O sarampo é uma doença extremamente contagiosa." Texto: "Antes da vacina, causava milhões de casos e mortes todos os anos. Além de levar à morte, pode deixar sequelas permanentes. Entre os sinais característicos estão manchas brancas na parte interna da bochecha e manchas vermelhas na pele, que costumam começar no rosto e se espalhar pelo corpo. A doença também pode provocar febre alta, tosse persistente, conjuntivite, pneumonia, convulsões e infecções graves do sistema nervoso." Ícone decorativo de engrenagem vermelha no canto inferior direito.
Infográfico sobre cobertura vacinal no Brasil. Texto: "O principal fator por trás do avanço do sarampo é a cobertura vacinal abaixo de 95%, considerada a mínima necessária para evitar surtos. No Brasil, a cobertura da vacina tríplice viral (que protege do sarampo, caxumba e rubéola) foi de:" Dois gráficos de rosca mostram 93,7% na 1ª dose e 78,9% na 2ª dose. Aviso em caixa vermelha: "Sem o esquema completo, realizado entre o primeiro e o segundo ano de vida, a população permanece vulnerável."
Apenas nas três primeiras semanas deste ano, outros mil casos já foram registrados. Nos EUA, clínicas estão improvisando atendimentos no estacionamento, dentro dos carros para proteger outras crianças da exposição ao vírus.
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20.02.2026 21:29
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Capa do conteúdo "Além do Alerta" do Instituto Todos pela Saúde. Ilustração de envelope vermelho aberto com papel saindo. Título principal em azul: "Casos de sarampo crescem 32 vezes nas Américas em um ano." Subtítulo em caixa azul escuro: "Entenda por que uma doença eliminada voltou a preocupar!" Logo do ITpS no canto superior direito.
Infográfico com mapa da América do Norte. Título: "Quase 15 mil registros de sarampo foram confirmados nas Américas em 2025 — um aumento de 32 vezes em relação ao ano anterior." Destaque: 78% das pessoas infectadas não estavam imunizadas e grande parte do restante tinha situação vacinal desconhecida. Mapa mostra: México com 6.428 casos, Canadá com 5.436 casos e EUA com 2.242 casos.
Dois cards informativos. O primeiro, com ícone de bebê, informa que crianças menores de nove anos concentram as maiores taxas de incidência, com destaque para bebês com menos de um ano — grupo mais vulnerável às formas graves da doença. O segundo, com ícone de cocar indígena, informa que das 29 mortes registradas em toda a região, 22 ocorreram entre populações indígenas, evidenciando desigualdades históricas no acesso à saúde.
CASOS DE SARAMPO CRESCEM 32 VEZES EM UM ANO NAS AMÉRICAS.
A OPAS e a Global Virus Network (GVN) emitiram alertas recentes sobre o aumento dos casos de sarampo nas Américas em 2025. O movimento indica reintrodução sustentada do vírus em áreas com cobertura vacinal insuficiente.
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20.02.2026 21:29
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No Brasil, um caso de mpox confirmado em Porto Alegre ganhou destaque nos últimos dias. Mas este não é o primeiro registro do país em 2026: só em São Paulo, 42 casos foram notificados em janeiro.
A mpox se espalha por contato íntimo prolongado. Cuide-se e procure informações confiáveis.
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19.02.2026 20:51
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Como os pacientes adoeceram com semanas de diferença, existe a possibilidade de outros casos ainda não identificados. A OMS afirma que o número de registros é pequeno demais para tirar conclusões sobre transmissibilidade ou gravidade, mas reforça a importância de manter a vigilância ativa.
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19.02.2026 20:51
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Swab de coleta laboratorial em primeiro plano, com tubos de ensaio vermelhos desfocados ao fundo. Texto na imagem: "OMS confirma nova cepa da mpox. Até o momento, foram detectados dois casos: um no Reino Unido e outro na Índia; nenhum dos pacientes apresentou sintomas graves." Publicação do Instituto Todos pela Saúde.
OMS CONFIRMA NOVA CEPA DA MPOX. Trata-se de uma recombinação de duas linhagens já conhecidas, os Clados 1b e 2b. Até agora, foram detectados dois casos: um no Reino Unido e outro na Índia. Ambos os pacientes realizaram viagens antes de serem infectados e não apresentaram sintomas graves.
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O maior risco surge quando, após o spillover, o vírus sofre mutações que permitem transmissão entre humanos. Monitorar esses eventos é essencial para antecipar surtos e evitar que eles evoluam para epidemias ou pandemias.
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Um exemplo recente é a gripe aviária: o vírus saiu das aves, passou a infectar mamíferos e, em alguns contextos, humanos. Esses eventos indicam que o patógeno está se adaptando a novos hospedeiros — e isso exige vigilância.
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17.02.2026 22:24
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Imagem com fundo azul apresentando o logotipo "SAÚDE sem jargão" no canto superior esquerdo e "Instituto Todos pela Saúde" no canto superior direito, com ilustração de vírus em coral/vermelho no canto superior direito. O título "Spillover" está em destaque em letras grandes coral/vermelhas, seguido pelo texto em branco: "quando um vírus 'pula' de uma espécie para outra". Abaixo, texto explicativo: "É assim que muitas doenças infecciosas surgem, inclusive as que geram epidemias e pandemias. Saiba mais na legenda!"
O QUE É SPILLOVER? Spillover é o termo usado quando um vírus ou outro patógeno passa de uma espécie para outra. Na saúde pública, o alerta maior é quando ele deixa de circular só em animais e passa a infectar seres humanos.
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17.02.2026 22:24
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Ampliar políticas de incentivo, permanência e valorização de mulheres e meninas na ciência não é só uma pauta de equidade, mas também uma escolha estratégica para fortalecer a saúde pública e a capacidade do país de responder a crises. Compartilhe para apoiar essa ideia 💡
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11.02.2026 19:36
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