open.substack.com/pub/diogomai...
Algumas notas para semear a discórdia (ou só para chafurdar nela)
diogomainselduarte.substack.com/p/entre-as-b...
Encontram-me aqui (de vez em quando):
diogomainselduarte.substack.com/p/os-deserto...
"os grandes exercícios de reflexão" que se diz serem necessários a cada derrota continuam a tirar sempre a mesma conclusão: a culpa é dos outros, que são burros, e não nossa, que somos muito espertos.
Continuem a reagir aos resultados do Ch. com "o povo é burro", "são todos estúpidos", etc. que vão bem (se não chega os "burros" continuarem a crescer e os "inteligentes" a diminuir para aprender qualquer coisa, desde logo que os "inteligentes" talvez não sejam assim tão brilhantes...)
Tiveram um trabalho árduo, certamente, mas têm o melhor processo de revisão com que trabalhei. Mas se descobrirem gralhas é sem dúvida a mim que me devem chagar :)
Vale a leitura, nem que seja para descobrir gralhas do @diogomainselduarte.bsky.social na tradução e lhe ir chagar a cabeça!
Horários nos cartazes.
Apareçam, nem que seja para pagarem umas jolas (ou o que quiserem, até pode ser o jantar!)
Agenda dos próximos dias:
dia 22: "Anarquismo- Passado e Presente", Caldas da Rainha "Encontros do Nadadouro"
dia 24: "Anarquismo, Estado e Violência", FLUP
dia 25: "Anarquismo e Governação", sede do LIVRE do Porto
dia 26: Apresentação «As Novas Faces do Fascismo» de Enzo Traverso, UNICEPE, Porto.
E a estes números de malabarismo seguir-se-à a farsa da "perplexidade" e do "lamento" pelo "desinteresse" das pessoas pela política ou pela desconfiança dos políticos.
Situar a questão numa espécie de problema de comunicação do PM, que "não se explica bem" ou "é confuso", quando se está perante algo que não é possível explicar sem admitir efetivamente o que está em causa, é chamar-nos parvos a todos.
Já não sei o que é pior (e a procissão ainda vai no adro): se um PM responsável por uma situação descarada de conflito de interesses e com a porta escancarada a interesses privados, se todos aqueles que desavergonhadamente tentam relativizar ou naturalizar tal coisa e culpar todos menos o próprio.
uma verdadeira «crise de regime», talvez por ser demasiado idiota (o mais provável, pela forma particularmente imprudente como escondeu o gato e deixou o rabo de fora). Seja como for, é esta crescente confusão entre um e outro que permite que pessoas como M. acreditem que não fizeram nada de mal.
tantos entram na política para se servir a si e aos seus, não é possível estabelecer uma linha higiénica. É uma contradição insuperável. Montenegro achou que podia deixar a céu aberto essa promiscuidade e ficar impune, talvez por achar que quem explorasse a «falha» iria abrir uma caixa de pandora, +
têm apontado com preocupação: se ele é «culpado», como é que é vai ser possível governar? Onde é que vamos arranjar políticos incólumes onde o interesse privado não se cruze com o interesse público em algum ponto? E têm razão. Quando a política está cada vez mais refém de interesses privados, e +
como dizia a outra. Logo não é muito surpreendente que tantos procurem banalizar a promiscuidade de Montenegro, ou até que achem, convictamente, que há algum «esclarecimento» a obter da sua parte. O caso de Montenegro toca numa ferida insanável das instituições económicas e políticas e que muitos +
Nos últimos anos procurou-se normalizar a confusão entre interesse privado e interesse público, como se um e outro se confundissem. É da lógica (neo)liberal que a saúde do «público» dependa da prosperidade do «privado», que este se sobreponha ao primeiro. O mercado regula tudo, «não há sociedade», +
ar maroto de quem usa a IA para coisas porcas
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São os mitos que fazem a cultura. Malucos do riso é "cultura portuguesa". Ou o Nilton é que é? Tudo questões antropológicas desafiantes.
Então digam-me lá, essa "cultura portuguesa" é o jovem empreendedor-navegador que desbrava novos caminhos com o seu MBA, é a senhora do Minho com as suas saias ou o senhor de boina sentado debaixo do chaparro no Alentejo?
Bom dia a todos - menos àqueles que usam a palavra "libertário" para falar das ideias da IL.
e às restantes pessoas despedidas.
Tudo por uma submissão perversa ao espetáculo de que a política vive e aos seus aparatos e códigos, às agendas ditadas pela comunicação social, etc. Como se alguma vez fossem cair na graça desses aparatos, excepto abdicando do próprio programa. Toda a solidariedade à @pasmaceira.bsky.social
Ver no que se tem revelado sobre o BE um ataque político - especialmente por parte das militantes despedidas - é de uma infantilidade tremenda. E se a direita instrumentaliza hipocritamente o caso, a esquerda também o faz quando enfia a cabeça na areia. E é esta que me preocupa. +
deve-se ao incómodo permanente com a autocrítica, especialmente quando esta vem das bases. Esse incómodo pode combinar bem com estruturas e programas políticos rígidos onde um grande líder ou vanguarda impõe o passo aos seguidores. Mas numa esquerda que se quer emancipatória é uma contradição. +
Usar a lei para justificar atos moralmente dúbios ou mesmo perversos é um dos "truques" clássicos das democracias liberais e um dos recursos preferidos quando não se quer discutir política. Parte da falência da esquerda começa aqui, na forma como se rendeu a esta lógica. Outra parte dessa falência+
Bonito bonito era chegarmos pelo menos aos 1000 seguidores até ao final do dia… quem nos dá uma ajuda? 💛