Denúncia, memória e resistência marcaram a Marcha do 8M em Florianópolis neste domingo (8).
O ato integrou a Greve Internacional das Mulheres, realizada em diversos países.
catarinas.info/mulheres-viv...
Denúncia, memória e resistência marcaram a Marcha do 8M em Florianópolis neste domingo (8).
O ato integrou a Greve Internacional das Mulheres, realizada em diversos países.
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Este 8M é mais um exemplo da resistência das mulheres em um dos estados mais conservadores do Brasil.
Acompanhe momentos da marcha no carrossel e leia amanhã a cobertura completa no Portal Catarinas.
Créditos: @mariaeduardafotos/Portal Catarinas.
Durante o trajeto, motoqueiros buzinaram e xingaram participantes após a interrupção temporária do trânsito, previamente organizada com os órgãos competentes. A polícia lançou gás de pimenta contra as manifestantes, entre as quais havia, inclusive, crianças. O ato foi concluída como planejado.
As participantes começaram a se reunir a partir das 9h30 no Parque da Luz, em frente à Ponte Hercílio Luz, onde ocorreram ações culturais e rodas de conversa. Por volta das 12h, a marcha seguiu em direção à Beira Mar.
Na capital catarinense, o ato reuniu movimentos sociais, organizações e coletivos feministas, sindicatos e ativistas independentes. A mobilização denunciou a violência de gênero, o racismo, o capacitismo e todas as formas de opressão impostas pelo capitalismo e pelo patriarcado.
Neste domingo, 8 de março, centenas de manifestantes ocuparam as ruas de Florianópolis na Marcha Mulheres Vivas e em Luta, que integra uma série de manifestações realizadas ao redor do mundo no Dia Internacional das Mulheres.
As manifestações do 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, voltam a ocupar as ruas do país.
Confira a agenda de atos pelo país: catarinas.info/atos-do-8m-r...
Estupradores e homens agressores não são monstros escondidos nas sombras, sem amigos e família? Não.
São filhos, amigos, irmãos e colegas.
Artigo de Lívia de Souza: catarinas.info/poder-misogi...
O Portal Catarinas venceu a categoria Texto da 5ª edição do Prêmio ACI OCESC de Jornalismo com a reportagem “‘A ONG evaporou’: rede antiaborto pressiona adolescente de 13 anos a ter filho do estuprador e depois a abandona”, produzida em parceria com @intercept.com.br
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Paula Guimarães reflete sobre o contexto em novo artigo. Leia no Portal Catarinas pelo link na bio.
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O crime ocorreu na noite de 31 de janeiro e quatro homens foram indiciados. Dois deles se entregaram à polícia após a repercussão do caso e dois seguem foragidos.
A pergunta que permanece é sobre o cotidiano que antecede o crime e o autoriza. Que discursos estamos tolerando?
Às vésperas do 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres, um estupro coletivo no Rio de Janeiro escancarou como a misoginia provoca violências contra as meninas e mulheres no Brasil.
Estamos no Março de Lutas ✊🏿
Em Florianópolis, o mote deste ano é “Mulheres Vivas e em Luta”. A mobilização acontece por meio de encontros abertos, com a participação de movimentos sociais, coletivos feministas, organizações políticas e ativistas independentes.
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Com a decisão unânime, o julgamento entra agora na fase de definição das penas. A condenação dos apontados como mandantes é um desdobramento central na responsabilização pelo crime que chocou o país, encerrando uma das etapas mais aguardadas do caso.
O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou pela condenação, sendo acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
As investigações apontaram que os irmãos teriam atuado como mandantes do duplo homicídio, motivados por interesses políticos e contrariados pela atuação de Marielle em temas ligados à fiscalização de grupos paramilitares.
O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade os irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão por planejar e mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, assassinados em março de 2018, no Rio de Janeiro.
Catarina (nome fictício) tem 12 anos.
Catarina pode casar?
Pela lei brasileira, não.
Pela decisão recente de um Tribunal de Justiça, sim.
Pela ótica do melhor interesse de crianças e adolescentes, não.
Pelo olhar misógino de parte dos tomadores de decisão, sim.
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Thais Nascimento Dantas analisa como a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais viola princípios constitucionais de proteção integral à infância e à adolescência: catarinas.info/quantas-veze...
ilustração mostra mulheres diversas que seguram um cartaz com a frase "94 anos do voto feminino no Brasil". Na parte de baixo, há o texto "comemore elegendo uma feminista em 2026".
Em 24 de fevereiro de 1932, mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto, resultado de mobilização, pressão e coragem.
Fortalecer a democracia significa eleger mulheres comprometidas com a igualdade, com o enfrentamento à violência e com justiça social.
Vote em feministas em 2026!
card no formato de postagem na rede social Threads. Há a foto de perfil de Carolina Packer, mulher branca, de cabelo grisalho. O destaque é o texto postado por ela: Você viu que mais uma mulher foi morta ontem? Tá foda sair à noite! Foi às 13:30h. Nossa… pelo visto tá difícil sair em qualquer horário mesmo. Ela não saiu. Então ela precisava escolher melhor quem botar dentro de casa, né? Ela não escolheu, o cara invadiu. Mas ela tava vestindo o quê pro cara fazer isso? Um hábito. Num convento. Poxa… mulher nova nunca tá segura mesmo. Ela tinha 82 anos.
Até quando nossos corpos e nossas vidas continuarão sendo atravessados por essa insegurança?
Em 18 de fevereiro, Joana Célia dos Passos comunicou a renúncia ao cargo de vice-reitora da Universidade Federal de Santa Catarina. As motivações foram problemas na gestão, ataques, crise orçamentária e violência política de gênero.
Artigo de Patrícia de Moraes Lima catarinas.info/a-quem-inter...
Você já parou para pensar como o etarismo pode moldar, de forma quase invisível, o que acreditamos sobre envelhecer?
Os dados mostram que são as mulheres mais velhas quem mais estão em transição de carreira.
Júlia Vergueiro analisa esse cenário: catarinas.info/colunas/como...
Crianças não têm capacidade legal para consentir.
Protejam nossas crianças!
O Sistema Interamericano de Direitos Humanos é explícito: não há consentimento válido quando há abuso de poder ou quando a vítima não tem capacidade plena para compreender o ato, como no caso de crianças.
De acordo com os padrões internacionais de direitos humanos, os Estados têm a obrigação de proteger crianças contra todas as formas de abuso sexual.
A CIDH reforça que o Brasil deve assegurar a responsabilização criminal de agressores adultos em casos de violência sexual contra adolescentes menores de 14 anos — sem exceções relacionadas a suposto consentimento, coabitação ou maternidade resultante da violência.
Em 2024, outro homem, de 20 anos, foi isentado pelo STJ do crime de estupro de vulnerável de uma criança de 12 anos sob a justificativa de garantir a “proteção integral à criança nascida dessa relação”.
Em um caso de 2023, um homem de 19 anos foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) da acusação de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos com o argumento de que houve o “nascimento de filho da relação amorosa”.
Em 2025, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) manifestou preocupação com decisões do Judiciário brasileiro que podem isentar adultos de responsabilização penal em casos de violência sexual contra meninas e adolescentes.