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Thiago Jansen

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God give me the confidence of an AI chatbot that has just delivered its 20th consecutive “this time we finally got it!” declaration.

08.03.2026 06:31 👍 17 🔁 3 💬 0 📌 0
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Socos, pancadas, gritos: passado de abusos de chef assombra Noma, um dos restaurantes mais famosos do mundo Em uma noite de fevereiro de 2014, durante um jantar movimentado no aclamado restaurante Noma, em Copenhague, na Dinamarca, o chef fundador René Redzepi ordenou que toda a equipe da cozinha o seguisse para fora do prédio, no frio. Exigente: Chef de Timothée Chalamet preparava três cafés da manhã para ele no set, o ator comia um e descartava os outros Fake: Imagens fictícias de casamento de Zendaya e Tom Holland geradas por IA ultrapassam 10 milhões de curtidas Ele empurrava à sua frente um sous-chef jovem que havia colocado música techno — um gênero que Redzepi detestava — na cozinha de produção, espaço afastado do salão onde estagiários não remunerados trabalhavam até 16 horas por dia realizando tarefas como colher ervas e limpar pinhas usadas nos elaborados pratos da chamada Nova Cozinha Nórdica. Segundo dois cozinheiros presentes, cerca de 40 profissionais formaram um círculo ao redor dos dois homens, como já era comum em situações de constrangimento público. Redzepi passou a provocar o funcionário repetidamente e, em determinado momento, o golpeou nas costelas. Em seguida, gritou que ninguém voltaria para dentro até que o cozinheiro dissesse em voz alta, diante de todos, que gostava de fazer sexo oral em DJs. O funcionário acabou obedecendo, ofegante, enquanto os colegas permaneciam em silêncio. Depois disso, todos retornaram à cozinha e voltaram ao trabalho. O episódio nunca mais foi mencionado. Dezenas de ex-funcionários descreveram outras punições violentas e humilhações, que eram seguidas por silêncio dentro da equipe. “Trabalhar ali parecia ir para a guerra”, disse Alessia, hoje chef em Londres, que fazia parte desse círculo e pediu para não ter o sobrenome divulgado por medo de represálias. “Você precisava se obrigar a parecer forte, a não demonstrar medo.” O Noma se tornou um dos restaurantes mais famosos do mundo sob o comando de René Redzepi, mas ex-funcionários vieram a público afirmar que a reputação do restaurante foi construída sobre condições de trabalho abusivas Ditte Isager/The New York Times Acusações que ressurgem Embora Redzepi e pessoas que ainda trabalham com ele afirmem que esse comportamento ficou no passado, ex-integrantes da equipe dizem que o chef jamais foi responsabilizado de fato. Desde 2004, Redzepi se tornou um dos nomes mais influentes da gastronomia mundial. Ele ajudou a redefinir a alta cozinha ao defender ingredientes locais, sustentabilidade e técnicas como forrageamento e fermentação. O Noma conquistou três estrelas Michelin e foi eleito cinco vezes o melhor restaurante do mundo na lista World’s 50 Best Restaurants. Por transformar o país em um destino culinário, Redzepi foi condecorado pela rainha da Dinamarca. Em 2013, o apresentador e chef Anthony Bourdain o descreveu como “sem dúvida o chef mais influente e provocador do mundo”. No auge da fama, em 2023, Redzepi anunciou que o Noma deixaria de funcionar como restaurante tradicional para se dedicar a projetos de inovação gastronômica, como laboratório de testes, parcerias com empresas de biotecnologia e pop-ups internacionais — eventos temporários que se tornaram destinos disputados por clientes endinheirados do mundo todo. Nas últimas semanas, porém, um desses eventos — uma série de jantares pop-up em Los Angeles, com ingressos de US$ 1.500 por pessoa que começa em 11 de março — reacendeu o debate sobre o comportamento passado do chef. O ex-chefe do laboratório de fermentação do Noma, Jason Ignacio White, publicou no Instagram relatos de supostos abusos físicos e psicológicos que teria testemunhado durante três anos no restaurante. Ele também divulgou depoimentos de outros ex-funcionários. As publicações já somam mais de 14 milhões de visualizações. Relatos de violência O New York Times entrevistou 35 ex-integrantes da equipe. Eles descrevem um padrão de punições físicas entre 2009 e 2017. Segundo os relatos, Redzepi teria dado socado funcionários no rosto, empurrado cozinheiros contra paredes e os agredido com utensílios de cozinha. Eles descreveram traumas duradouros decorrentes de múltiplas formas de abuso psicológico, incluindo intimidação, humilhação física e ridicularização pública. Alguns afirmam que o chef ameaçava usar sua influência para impedir que eles conseguissem trabalho em outros restaurantes ao redor do mundo, deportar suas famílias ou fazer com que suas esposas fossem demitidas de seus empregos em outras empresas. Desde que Redzepi foi filmado gritando com cozinheiros no documentário de 2008 "Noma at boiling point", ele fez vários pedidos públicos de desculpas. Em um ensaio de 2015, reconheceu que havia sido uma "fera" que pressionava e intimidava seus subordinados. Em uma entrevista de 2022 ao The Times de Londres, ele expressou arrependimento pelo seu passado, dizendo que "nunca bateu em ninguém", mas que "provavelmente esbarrou em algumas pessoas". Em um comunicado enviado ao jornal, Redzepi afirmou: “Embora eu não reconheça todos os detalhes dessas histórias, consigo ver nelas reflexos do meu comportamento no passado e entender que minhas ações foram prejudiciais para pessoas que trabalharam comigo. Àqueles que sofreram sob minha liderança, meu mau julgamento ou minha raiva, peço profundas desculpas e tenho trabalhado para mudar.” Ele acrescentou que se afastou da liderança diária da cozinha há alguns anos, passou por terapia e buscou maneiras melhores de lidar com a raiva. Jason Ignacio White afirma ter testemunhado abusos físicos e psicológicos durante os três anos em que trabalhou na organização, e publicou relatos e denúncias em seu Instagram Jun Michael Park/The New York Times Cultura de pressão extrema Muitos ex-funcionários dizem que trabalhar no Noma era extremamente duro, mas também uma experiência formadora. O restaurante ficou conhecido por pratos altamente complexos, alguns com mais de 20 componentes, incluindo elementos delicados como insetos feitos de frutas desidratadas ou pequenas frutas envoltas em algas. "Pudemos estar ao ar livre estudando o desenvolvimento do alho-poró selvagem e depois no laboratório improvisado em contêineres aprendendo sobre koji", disse Julian Fortu, estagiário em 2015. Como muitos outros, ele afirmou que, depois do Noma, portas se abriram para ele que, de outra forma, jamais teria conseguido atravessar. As cozinhas de restaurantes são, há muito tempo, ambientes de trabalho brutais, como refletido em obras populares como "The Bear" e "O menu", e muitos chefs admitiram ter intimidado seus funcionários. Mas os ex-funcionários do Noma disseram que Redzepi não reconheceu a extensão da violência que, segundo eles, infligiu por anos. Esse é o motivo, vários alegam, pelo qual estão se manifestando agora. O restaurante pop-up de Redzepi em Los Angeles, e o alto preço que está sendo cobrado, afirmam, é um lembrete de que seu império foi construído sobre o trabalho — e sobre a dor — deles. Ben, um chef australiano que trabalhou no Noma em 2012, disse que punir todos os funcionários pelo erro de uma única pessoa era rotina. "Ele simplesmente ia de um para o outro e nos dava socos no peito", enquanto gritava palavrões na cara de todos, disse o chef, que pediu para não ter seu sobrenome divulgado. Quando Redzepi queria discipliná-los, mas havia clientes no salão, vários funcionários disseram que ele se agachava embaixo dos balcões da cozinha aberta e os cutucava nas pernas com os dedos ou com um utensílio próximo, como um garfo de churrasco. Um ex-cozinheiro, que pediu anonimato por medo de represálias, disse que Redzepi o agrediu fisicamente mais vezes do que ele consegue se lembrar durante o tempo em que trabalhou no Noma. Ele recordou que, certa noite, em 2011, Redzepi percebeu que ele havia deixado uma pequena marca de pinça em uma pétala de flor ao colocá-la em um prato. Redzepi, segundo ele, agarrou as alças do avental e o jogou contra a parede, depois lhe deu dois socos no estômago. Hierarquia rígida, jornadas exaustivas e abusos O trabalho era dividido de acordo com uma hierarquia que começava com os estagiários, que reportavam a chefes de partida, que por sua vez respondiam aos sous-chefs responsáveis pelo serviço e que muitas vezes permaneciam em seus cargos por anos. Para produzir o suficiente para cada jantar, cozinheiros frequentemente começavam a trabalhar de manhã cedo e só terminavam depois da 1h, quando a cozinha estava limpa. Essa carga de trabalho, somada ao perfeccionismo imposto por Redzepi, segundo eles, gerava uma urgência constante e frenética. “Parecia que estávamos em um pronto-socorro ou em um submarino afundando”, disse Ben, o chef australiano. “Era um inferno, mas aprendi tanto que não posso dizer que me arrependo.” Uma chef que trabalhou no Noma em 2013 — e pediu anonimato para evitar exposição pública — contou que, após trabalhar em vários restaurantes com estrelas Michelin na Europa, economizou por um ano e chegou a vender o carro para conseguir a vaga no restaurante. Durante o primeiro ano, disse ter trabalhado tanto que quase não conseguia parar para comer e perdeu cerca de 18 quilos. Em certa noite, ao ser vista pelo chef René Redzepi usando o celular (para abaixar a música do salão a pedido de um cliente), o que era estritamente proibido durante o serviço, afirmou ter levado um soco tão forte nas costelas que a fez cair contra um balcão de metal, ferindo o quadril na quina afiada. Segundo o relato, ela ficou no chão, sangrando e chorando, sem que ninguém reagisse. Um subchefe a procurou depois apenas para perguntar se ela conseguiria voltar ao trabalho — e ela terminou o turno. A cozinheira disse que cumpriu o restante do contrato por considerar um privilégio trabalhar no melhor restaurante do mundo, especialmente por ser latina, apesar da violência, que colegas pareciam tratar como algo normal. Um porta-voz do Noma afirmou que a denúncia foi levada a sério e investigada, mas não pôde ser verificada. Legado tóxico Mesmo após 2017, quando René Redzepi teria passado a controlar melhor seu comportamento, ex-funcionários afirmam que a cultura de intimidação continuou na cozinha do Noma. Segundo o ex-estagiário Mehmet Çekirge, supervisores reproduziam práticas de assédio e humilhação. Por ser turco, ele diz que era alvo de piadas sobre o sotaque e de gestos ofensivos dos colegas. “René criou uma geração de valentões”, afirmou. Ao fim de seus três meses no restaurante, ele diz ter saído com um sentimento profundo de vergonha e fracasso — e que levou anos para se recuperar. Ex-estagiário e protegido de René Redzepi no Noma, o americano Blaine Wetzel saiu após dois anos para abrir o Willows Inn em 2010, mas o restaurante fechou dois anos depois após acusações de abuso físico e verbal contra o chef. O Noma recebia a cada temporada entre 30 e 40 estagiários, escolhidos entre milhares de candidatos para trabalhar por três meses sem remuneração. Muitos, segundo relatos, abandonavam o posto após poucos dias ou saíam em lágrimas durante o expediente. Ex-funcionários também afirmam que denúncias sobre o ambiente de trabalho foram levadas à direção e ao departamento de recursos humanos — então chefiado pela sogra de Redzepi —, mas dizem que nenhuma medida efetiva foi tomada para conter os abusos. Mudanças recentes Nos últimos anos, após denúncias de exploração de trabalho não remunerado, o Noma anunciou que passaria a pagar estagiários (pouco depois, Redzepi afirmou que o modelo da alta gastronomia havia se tornado “insustentável”, decisão que levou ao fechamento do restaurante em seu formato tradicional). A empresa também afirma ter reformulado sua gestão, com departamento de recursos humanos, treinamento de liderança e jornadas de trabalho mais curtas. Desde então, o projeto passou a funcionar como uma operação itinerante ligada à Noma Projects, linha de produtos e experiências gastronômicas que os consumidores podem comprar (ou assinar por US$ 790 ao ano). Ainda assim, críticos dizem que o modelo atual — baseado em pop-ups e na marca pessoal de Redzepi — depende fortemente da reputação construída ao longo de anos de trabalho intenso na cozinha. Para alguns ex-funcionários, os jantares em Los Angeles simbolizam essa contradição. “O Noma se tornou tão exclusivo que já não é mais um restaurante, é uma performance artística”, disse o chef Marco Cerruti, que trabalhou no local em 2015. Ele afirma que, embora a criatividade de Redzepi continue inigualável, seu status de líder global não é mais merecido e seu legado está sendo diminuído. “O que René está mostrando para o setor agora?”, questionou. “Alimentando pessoas ricas e explorando jovens chefs aspirantes.”

Notícia da @oglobo.globo.com

"Socos, pancadas, gritos: passado de abusos de chef assombra Noma, um dos restaurantes mais famosos do mundo"

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08.03.2026 13:45 👍 2 🔁 1 💬 0 📌 0
Natalie Portman in Black Swan being menaced by a doppelganger in the mirror

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When I encounter myself as a different colored cursor because I have the Google Doc open in two tabs

21.12.2023 22:09 👍 4349 🔁 828 💬 7 📌 10

Apenas não é verdade que ele mandava beijo na caleca

06.03.2026 21:21 👍 56 🔁 12 💬 0 📌 0
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01.03.2026 11:45 👍 2199 🔁 502 💬 3 📌 4
A photo of a white man with a mustache grimace smiling while wearing a black beanie and a winter coat.
The words “living just in case things get better” are in a white font in the middle of the picture.

A photo of a white man with a mustache grimace smiling while wearing a black beanie and a winter coat. The words “living just in case things get better” are in a white font in the middle of the picture.

The millennial mantra

01.03.2026 06:44 👍 397 🔁 126 💬 2 📌 7
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O @npto.bsky.social não faz prisioneiros.

01.03.2026 00:37 👍 302 🔁 73 💬 8 📌 2

As cretinices do jornal que semana sim, semana não, te testa em manter a própria assinatura.

22.02.2026 16:44 👍 2 🔁 0 💬 0 📌 0

Essa aqui eu ainda não superei desde 06/06

21.02.2026 14:43 👍 650 🔁 174 💬 8 📌 4
So you get out your Fascism for Dummies book for the 15 things you do, and we tried to include as many of them as we could in the most artful way possible. How were we supposed to know that this clown car in Washington was going to basically use the same book that we used? So I don't think it's prescience so much as the sad familiarity of fascism and the karaoke menu of things that you go through to do it. You could list them from the show, or you could list them from the newspaper.

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Tony Gilroy, creator of Andor, wasn’t allowed to use the word “fascism” during press junkets in 2025.

Interesting interview in The Hollywood Reporter.

www.hollywoodreporter.com/tv/tv-featur...

21.02.2026 13:52 👍 3793 🔁 1130 💬 7 📌 73
Imagem mostra o ator brasileiro Wagner Moura (homem de pele clara, cabelos grisalhoa e barba vestindo um moletom cinza) e o cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho (homem de pele clara, ôculos e cabelos grisalhos veatindo moleton azul escuro) conversando com o também cineasta mexicano Guillermo Del Toro (homem de pele clara, ôculos cabelos grisalhos) ao fundo deles esta uma estandr cheia de livros e uma parede vermelha

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Wagner Moura foi visitar o Del Toro e, sem se tocar do perigo, agora esta a uma pessoa de distância de ser escaneado pelo Kojima 🚨

18.02.2026 17:27 👍 741 🔁 168 💬 5 📌 33
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Tonight’s dumb napkin cartoon…

16.02.2026 23:52 👍 29638 🔁 5726 💬 215 📌 164

novo patch adiciona lula no shadow of the colossus

16.02.2026 03:26 👍 79 🔁 12 💬 3 📌 0

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16.02.2026 02:38 👍 422 🔁 139 💬 1 📌 0
Terceiro carro alegórico da Niterói com um Lula gigante em metal, como um andróide

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O Mecha-Lula 3000:
#Globeleza

16.02.2026 02:16 👍 591 🔁 148 💬 1 📌 28
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Lula 2099

16.02.2026 02:14 👍 1473 🔁 321 💬 7 📌 117
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get the kid in the brown hoodie a scholarship

13.02.2026 22:28 👍 41830 🔁 7487 💬 1363 📌 2481

Kkkkk vi um gringo num comentário criticando brasileiros indo pra carnaval enquanto o MUNDO (eles) tão tomando no cu. Meu amigo, se na nossa vez a gente tava na rua, ta achando que vamo parar agora??? Ah lindão

30.01.2026 19:43 👍 1635 🔁 244 💬 66 📌 123

he's a silent guardian,
a watchful protector,
a cat knight.

#fotografia #catsky

10.07.2025 18:53 👍 624 🔁 181 💬 10 📌 4

Simply one of the greatest games ever made.

26.01.2026 11:42 👍 11 🔁 1 💬 1 📌 0
Tira de quadrinhos com 4 quadros. No primeiro tem um personagem sentado em um sofá, à noite. Ele olha o celular e perto tem a palavra "Instagram" e uma seta apontando para o aparelho. A luz ambiente é azul escuro e o personagem é parcialmente iluminado por uma luz amarela que vem de uma TV à sua frente. Da TV vem a fala "E está no ar o Fantástico". O segundo quadro é uma aproximação maior da câmera no mesmo personagem, ele está de olhos arregalados e diz "oh não...". O terceiro quadro mostra o mesmo personagem no mesmo enquadramento, ele vira seus olhos para trás e assume uma expressão preocupada, ele diz "e-ela chegou!" De fora do quadro, alguém diz "OIÊ!" No quarto quadro vemos o mesmo personagem muito assustado, olhando para uma criatura fantasmagórica, ameacadora e sorridente na cor laranja, o personagem grita "A ANGÚSTIA DE DOMINGO!" Perto do personagem fantasmagórico tem as falas "acordar cedo amanhã, né?","preparou a marmita?","reunião cedonho com o chefe?","você tem ceeteza de que já fez tudo o que podia pelo seu semelhante?". Bem abaixo de "A ANGÚSTIA DE DOMINGO" na cena ainda tem o texto "que é muito pior na escala 6x1"

Tira de quadrinhos com 4 quadros. No primeiro tem um personagem sentado em um sofá, à noite. Ele olha o celular e perto tem a palavra "Instagram" e uma seta apontando para o aparelho. A luz ambiente é azul escuro e o personagem é parcialmente iluminado por uma luz amarela que vem de uma TV à sua frente. Da TV vem a fala "E está no ar o Fantástico". O segundo quadro é uma aproximação maior da câmera no mesmo personagem, ele está de olhos arregalados e diz "oh não...". O terceiro quadro mostra o mesmo personagem no mesmo enquadramento, ele vira seus olhos para trás e assume uma expressão preocupada, ele diz "e-ela chegou!" De fora do quadro, alguém diz "OIÊ!" No quarto quadro vemos o mesmo personagem muito assustado, olhando para uma criatura fantasmagórica, ameacadora e sorridente na cor laranja, o personagem grita "A ANGÚSTIA DE DOMINGO!" Perto do personagem fantasmagórico tem as falas "acordar cedo amanhã, né?","preparou a marmita?","reunião cedonho com o chefe?","você tem ceeteza de que já fez tudo o que podia pelo seu semelhante?". Bem abaixo de "A ANGÚSTIA DE DOMINGO" na cena ainda tem o texto "que é muito pior na escala 6x1"

Boa noite

26.01.2026 00:59 👍 508 🔁 92 💬 6 📌 2

"What's your favourite Beatles album, then?"
"Tough one! I think I'd have to say... The Best of The Beatles"

20.01.2026 09:58 👍 2479 🔁 626 💬 77 📌 95

This is art. It wasn't before the act of consumption.

16.01.2026 23:47 👍 1068 🔁 270 💬 6 📌 2

O drama de não derrubar os ovinho rolando pelo prato pq fica no início do buffet

15.01.2026 23:13 👍 126 🔁 15 💬 2 📌 0

Maluco vai meter exército contra gente protestando enquanto argumenta que tem que bombardear o Irã porque meteram o exército contra gente protestando

15.01.2026 14:35 👍 51 🔁 19 💬 1 📌 0

Vi aqui e também reforço: vale os 40 minutos.

11.01.2026 13:00 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Após criticar salários, maestra da Orquestra Sinfônica de Minas é demitida Única mulher a ter comandado a Sinfônica mineira em 50 anos de história, ela tinha dito que a orquestra é 'a mais mal paga deste país'

Mano... VAI TOMAR AO CU

os valores... E não pode criticar que toma bota

Após criticar salários, maestra da Orquestra Sinfônica de Minas é demitida share.google/XuvcRTERRcoO...

10.01.2026 20:57 👍 563 🔁 127 💬 15 📌 36
The Ben Affleck smoking meme (an exasperated white man in a blue sweater and jeans stands outside of a black door, a cigarette in his right hand, his eyes closed)

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Jfc the Maduro kidnapping was only a week ago

10.01.2026 20:15 👍 108 🔁 15 💬 3 📌 1
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10.01.2026 02:15 👍 30081 🔁 9332 💬 130 📌 164