Pessoas de Sleeping Dogs (em construção).
Pessoas de Sleeping Dogs (em construção).
Particularmente, sempre foi muito curiosa a experiência de acompanhar canais e ouvir podcasts brasileiros de videogames que pareciam relatar vivências de um outro país, falando de consoles contemporâneos que eu nunca nem tinha visto de perto e jogos de acesso inconcebível na minha realidade.
Excelente texto para nos lembrarmos de que a nossa história e a nossa relação com games são únicas, e diversas mesmo dentro do país, ainda que anos acompanhando sites, podcasts e personalidades gringas nos façam, às vezes, crer que somos alguma espécie de extensão do norte global em jogos.
CD-ROM magazines left a gap that was never fully closed... yes, at their worst, they were pure shovelware
But at their best? They were gateways & guides into worlds like RPG Maker, MUGEN, game mods, emulators, etc. Even modern mod managers like Wabbajack aren't as accessible as a curated CD-ROM.
Glad you liked it :)
Oh, cool! Is there any material with information about this?
André is a journalist that follows Brazil's popular game culture - not the rich with next-gen machines, but the majority on much older consoles - often renting them per hour.
He just released an English translation of his documentary, it's worth watching to better grasp games in the global south.
Muitíssimo obrigado, Felipe!
(If you want to try your hand at Google Translate, I wrote a story for @manualdousuario.bsky.social about how video game rental stores are using social media to stay popular with the public: manualdousuario.net/game-houses/)
Want to learn more about all this?
Check out the documentary Um real a hora, now available for free on YouTube with English subtitles.
(RTs are greatly appreciated.)
I hope you enjoy it!
youtu.be/H4ZAEhuZpjA
My focus was on the Metropolitan Region of Aracaju, in the state of Sergipe, but there’s so much more out there.
Some passionate individuals in Brazil still keep establishments of this kind alive, often without significant financial return.
Video game rental stores and internet cafes are crucial for understanding Brazil's gaming culture, and it’s somewhat alarming how little documented information exists about these spaces, especially rental shops.
Maintaining these places is expensive, and those who still run them often do so as a hobby.
Expensive alternatives, like high-tech game houses, are emerging. But it’s not the same, is it?
These spaces face an uncertain present and a future that doesn’t look very promising. Smartphones are the main gaming platform for Brazilians.
It’s also important to highlight that these places provide access to games at a low cost. Owning a console — especially one from the latest generation — or a computer to play on is out of reach for many people in Brazil, where the minimum wage is R$ 1,412 (about USD 245).
These are spaces where, for instance, diverse types of bonds are created and strengthened, expression and consumption trends emerge, in addition to being an alternative in the context of low public investment in leisure.
"There’s no park, no sports court, but there’s a video game rental stores."
People don’t go to these places (video game rental stores and internet cafes) just to play.
They also go for the dynamics and social interactions that happen in these establishments. There’s a complex web of relationships influenced by economic, geographic, social, and cultural factors.
Did you know that in Brazil, there are places where you can pay to play games for a certain amount of time?
I narrated the past, present, and future of some of these spaces in the doc Um real a hora (2022) -- One real an hour --, which is now available in English!
Let me tell you more below! 👇🏽
Alguém poderia colocar um comício, uma carreata, uma festa de paredão na campanha eleitoral do Metaphor Refantazio?
Gosto muito dele. É uma certa anomalia dentro do meio AAA. Recomendo bastante
eu não consigo pensar em um comentário engraçado mas foi mta pesquisa e trabalho em cima desse vídeo assistam pfv meus filhos estão chorando
Sergipe mencionado no Dia da Sergipanidade. @controlesvoadores.com.br, aí tu botou pra torar. Ouçam!!!
Quando Pokémon Ruby saiu, eu tinha 2 anos. Nunca vi de perto o cartucho, nem mesmo o GBA. Mas, 12 anos mais tarde, tal qual a experiência proposta pela Nintendo, iria carregá-lo no bolso, com uma ROM traduzida do jogo, um emulador mobile e o meu primeiro celular Android. Tenho boníssimas memórias.
Fui formado no Bomba Patch, mas convivi mais com FIFA. Não tenho o menor saco pra futebol, e FIFA, pra mim, é quase outra coisa. Um mundo virtual baseado em simulação de física com uma bolinha que vai pra lá e pra cá? Tô muito dentro. Pra mim, é uma mistura de RTS com jogo de luta.
The Serpent (Stephen Lavelle) foi um dos primeiros jogos que me fez perceber que videogames podem ser muitas (muitas) coisas. À época, uma experiência tão curta quanto impactante. Ponto de inflexão inesquecível.
Uma das coisas que mais joguei no PS2, e que me proporcionou muitos bons momentos com amigos em tardes depois da escola. Jogos de luta de Naruto e de Dragon Ball são um ponto sensível pra mim até hoje.
Dispensa comentários. Identificação imediata com aquela realidade urbana cínica, mas fascinante e viva, à sua forma. Moldou muito do meu gosto por videogames. Amava brincar com o mundo, andar sem muito propósito, observar a rotina pré-programada. Até hoje, é isso que faço em muitos jogos.
Exercício pro meus descansos de exercícios na academia. Um like = um jogo