Ah, e esta capa ainda é um luxo à parte! Obra gentilmente cedida pelo filho de Stella Margarita, pintora conhecida por dar vida às telas de Heleninha Roitman. (Porque também de novela vive esta pobre acadêmica).
Ah, e esta capa ainda é um luxo à parte! Obra gentilmente cedida pelo filho de Stella Margarita, pintora conhecida por dar vida às telas de Heleninha Roitman. (Porque também de novela vive esta pobre acadêmica).
O livro está disponível neste link, pela Editora FGV, com download gratuito!
editora.fgv.br/produto/como...
No capítulo 7, Talita Tanscheit aborda a pesquisa com dirigentes do PT, discutindo acesso, representações e tensões no campo político. E para terminar, Graziella Moraes Silva e eu compartilhamos estratégias para entrevistar CEOs no Brasil. Métodos, mediações e... um cadim de sorte.
"Quem está embaixo considera elite, mas quem está acima, não". Essa frase orienta o capítulo 6, sobre burocracia de alto escalão. Caroline Caldas, Thais Rodrigues e Maíne Souza refletem sobre reconhecimento e negação de status.
Com @liviosilva.bsky.social , no capítulo 4, falamos da cozinha do trabalho de campo. Erros e acertos e, por que não, improvisos do campo. Já o capítulo 5, de @marianereghin.bsky.social e Gabriela Caruso, discute como gênero molda a relação entre pesquisadoras(es) e intermediárias(os) das elites.
No capítulo 2, Matias López discorre sobre amostragem: quais elites topam ser pesquisadas? Quais são as taxas de resposta em pesquisas com elites brasileiras? Aleatórias ou intencionais? No terceiro, Marcela Machado e Eduardo Barbabela exploram como usar experimentos para estudar elites.
Entrando em detalhes, a introdução discute o crescimento desse campo no país e a lacuna metodológica que ele busca preencher. No capítulo 1, tive o privilégio de explorar, em uma entrevista longa, a trajetória da professora Elisa Reis e sua contribuição pioneira para o estudo das elites no Brasil.
Nos últimos anos, o interesse nas elites cresceu junto com as pesquisas sobre desigualdade. Fala-se bastante sobre as pessoas que estão no poder, mas pouco se escreveu sobre como pesquisá-las.
Na onda do momento, chegou hoje à Editora FGV o nosso livro "Como Pesquisar Elites no Brasil". Com Matias López e Graziella Moraes Silva, em artigos de diversas/os autoras/os pesquisadoras/os, reunimos experiências de campo, dilemas e aprendizados sobre como acessar e entrevistar quem está no topo.
Capítulos de livros -alguns de que gosto muito, como este sobre história do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e seus caminhos no tempo, que escrevi com Hildete P. Melo- têm tido pouco acesso. Por isso, publiquei este no researchgate, a quem interessar. www.researchgate.net/publication/...
Uma imagem da última sexta, na Rio Innovation Week, conversando com mulheres secretárias do Rio de Janeiro.
Mais uma vez falei da política da presença e de quanto precisamos ter mais mulheres e pessoas negras nos espaços de poder para garantir políticas para grupos historicamente marginalizados.
While much of the literature on political violence is theoretical, this article stands out for its large empirical base. It is a great resource not only for those studying Brazil, but for anyone researching gendered political violence worldwide.
She collected perspectives of 81% of female federal deputies and 12 senators, providing rare insight into this critical issue. The article explores how violence against women in politics manifests and how these acts hinder women’s political participation and amplify male dominance in institutions.
A new article about VAWIP, by Tássia Rabelo de Pinho, is out in the Brazilian Political Science Review, shedding light on gendered political violence in Brazil.
brazilianpoliticalsciencereview.org/article/gend...
Nada de coincidência... Minha amiga está justamente saindo dos Açores para Vigo e este é o principal motivo de preocupação.
Das coisas Black Mirror do mundo, a que mais me arrebata (sem trocadilho) é a história da gangue das orcas. (Eu sei, é tema sério, a madrinha do meu filho está agora navegando por lá e evito pensar). Basicamente, as orcas se reuniram e atacam barcos na região (não se sabe se brincando ou de ódio).
"Município tem taxa de mortalidade materna 39% maior que a estadual no Pará. Mulheres negras e indígenas denunciam racismo, negligência e abusos no parto" azmina.com.br/reportagens/...
Pessoal, quais as melhores IA de transcrição de áudio? Saberiam me indicar? (estou com uns áudios bem baixinhos, a ferramenta que usava não está funcionando bem).
Obrigada!!
Eita lelê...
Isso lembrar muito a discussão sobre violência política de gênero lá.
Lembrando que lei só funciona se tem a cobrança da lei.
Se o @lgelape.bsky.social falou que é bom, eu acredito. ;)
"This dynamic echoes the Hydra metaphor: every time a major platform enforces stricter rules, some users migrate to alternative networks with looser moderation standards". Excelente artigo da querida Carolina Gomma, com um olhar profundo e novo sobre informação. jpia.princeton.edu/news/governi...
Resolve como?
Esta história me lembrou uma longa discussão que tive com um amigo que estava louco por uma mulher na noitada até se dar conta de que se tratava de uma mulher trans (e não cis). O desejo passou (?), e ele se foi da festa.
Isto para dizer: o desejo tem um tanto de político também.
*menciona
Uma honra ver o estudo que desenvolvi com o Mauricio Izumi na coluna da @laramesquita.bsky.social na Folha de S.Paulo. O outro trabalho que ela mencionar, de @svallejovera.bsky.social e Analia Gomez Vidal também traz muitas informações sobre gênero e silenciamento nos espaços de poder.
Texto no blog do @matheusleitao.bsky.social , ainda sobre o episódio vivido pela ministra @marinasilvaoficial.bsky.social . veja.abril.com.br/coluna/mathe...
Tem mais: Jacques Wagner ficou ao lado e apenas argumentou que foi "calor do debate".
O artigo também trata, em ampla medida, do "fogo amigo".
O resumo já traz esta informação. www.scielo.br/j/dados/a/Q4...
Hoje teve isto aqui.
Eu e Mauricio Izumi escrevemos sobre em um artigo publicado na Dados. Basicamente, quanto maior poder as mulheres têm, mais elas são interrompidas, isso porque, acreditamos, essas, sim, significam reais ameaças aos homens que ocupam cadeiras.
noticias.uol.com.br/politica/ult...
O dueto Wagner Moura - Pedro Pascal seriamente ameaçando o reinado de décadas da dupla Gael Garcia Bernal - Diego Luna.
Né por nada não, mas sangue latino deixa qualquer um no chinelo.
A nossa disposição à festa e a autoconfiança para fazer o que der na telha são o que realmente me faz querer nascer no Brasil também nas próximas encarnações.
Seja como for, dois pontos que queria fazer: há uma convergência no que concerne à raça, entre os homens, o que chama muito a atenção (e ela ocorre em várias outras formas de olhar o dado de trabalho doméstico e cuidados não remunerados). Dinâmicas interseccionais requerem sempre um segundo olhar.