Tentando encontrar agulha no palheiro no Archivo General de Simancas.
@brfmiranda
Historian. Associate Professor at UFRPE. Brazilian History / Military History / Early Modern History / Indigenous History / Portuguese, Spanish, and Dutch overseas expansion. https://ufrpe.academia.edu/BrunoMiranda
Tentando encontrar agulha no palheiro no Archivo General de Simancas.
Evento presencial, coordenado por José Manuel Santos e Irene Vicente-Martín, no âmbito do projeto Global War: Guerra Global no Atlântico Sul (1624–1654).
No dia 27/02 estarei na Universidade de Salamanca apresentando a conferência “Alianças indígenas nas guerras luso-hispano-neerlandesas no Brasil: petições indígenas e a Assembleia Potiguara de 1645”, no VI Seminário Permanente GIR: BRASILHIS.
Matéria no Jornal Hoje sobre o restauro de parte do Fundo José Hygino, do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano. Coleção essencial para o estudo da guerra luso-hispano-neerlandesa no Brasil.
share.google/DYlQdOjSzRxo...
What a wonderful selection of films made by Kleber Mendonça Filho.
@lincolncenter.bsky.social
youtu.be/zSfihxsp9MM?...
Mapa (ca. 1643) do cartógrafo alemão Georg Marggraf e o diário (1645) de um comandante holandês, Johan Blaer, ajudam pesquisadores a encontrar locais dos primeiros quilombos nos Palmares.
www.dw.com/pt-br/mapa-i...
Matéria de Alice de Souza para a DW Brasil.
Infelizmente não
Divulgando: Conferência do Prof. Dr. Roquinaldo Ferreira. Dia 15/12/25, às 14:30, no anfiteatro do CCSA. Evento promovido pelo PPGH em parceira com o Matamba: grupo de estudo e pesquisas em História da África Atlântica e da Diáspora Africana/UFPE, com o apoio do ANPUH-PE
Our special section of the Transactions of the @royalhistsoc.org on 'Parliamentary Culture and Indigenous Traditions of Assembly in the Americas and South and East Asia, c.1500–1700', co-ed with @pseaward.bsky.social & Jim van der Meulen is out!
www.cambridge.org/core/journal...
Divulgando: I Encontro Povos Indígenas, História e Antropologia – UFRPE.
Realização: Lapespih e PGH/UFRPE.
Apoio: PRPG/UFRPE.
09 a 11 de dezembro de 2025
Local: Sala de Seminários e Anfiteatro - CEGOE/UFRPE.
Inscrições: forms.gle/gV921ZghHEHx...
Para quem quiser saber mais sobre o tema, escrevi dois artigos: um para o Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi e outro para a Transactions of the Royal Historical Society.
doi.org/10.1590/2178...
doi.org/10.1017/S008...
Participei do podcast Virada de História (Metropolitana Rio 80.5 FM), em entrevista conduzida por Pedro Henrique Lima. Conversamos sobre a assembleia Potiguara em Tapesserica, em 1645, e sobre a representação escrita produzida por esses indígenas.
arquivos.metropolitanario.com.br/podcast/VIRA...
Matérias do Jornal do Comércio e do Diário de Pernambuco sobre a pesquisa:
O projeto será financiado pela Fundação Cultural Palmares (FCP) em parceria com a UFAL.
O termo será assinado nesta quinta (20), Dia da Consciência Negra.
A pesquisa reúne Flávio Aguiar (UFAL), Onésimo Santos, Levy Pereira, Daniel Ferreira, Bruno Miranda (UFRPE), Danilo Marques, Zezito de Araújo (UFAL) e o registro audiovisual de Leandro Pereira.
Pelos resultados preliminares, dois quilombos estariam nos atuais municípios de Correntes e Lagoa do Ouro (PE).
O terceiro, na região de Chã Preta e União dos Palmares (AL).
A análise do mapa, cruzada com o relato do comandante Johan Blaer (1645) e com imagens de satélite de alta resolução, revelou pistas de três quilombos citados na época.
O estudo usa um manuscrito do mapa Brasilia Qua Parte Paret Belgis, de George Marcgraf, encontrado em 2021 por Levy Pereira na Biblioteca de Harvard.
Mapa holandês inédito pode ajudar a localizar os mais antigos Quilombos dos Palmares. A investigação começa a partir de janeiro de 2026.
He bought original manuscripts and also commissioned copies.
@voetnoot.bsky.social @jcvl.bsky.social
É um trabalho primoroso realizado pela Arte sobre Arte Restauro, em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, com o apoio essencial do Funcultura.
Também encontrei uma cópia manuscrita do século XIX do panfleto “Conversinha de barco sobre o Brasil” (Brasyls. Schuyt-Praetjen, 1649) e folhas avulsas do livro “Assuntos de Estado e de Guerra” (Saken van Staet en Oorlogh, 1669), de Lieuwe van Aitzema.
Entre os documentos restaurados, há listas de tripulantes que atuavam no Brasil, listas de mercadorias enviadas aos Países Baixos (açúcar, tabaco e pau-brasil) e listas de pessoas escravizadas vendidas no Recife e seus compradores.
O resultado dessa viagem foi um acervo de milhares de páginas, que se tornou a base de inúmeras pesquisas sobre a presença neerlandesa no Brasil.
O restauro está sendo conduzido pela empresa Arte sobre Arte Restauro, que nesta primeira fase trabalha em cerca de 900 páginas de manuscritos.
Entre 1885 e 1886, José Hygino viajou aos Países Baixos, onde adquiriu manuscritos do século XVII e encomendou cópias de textos sobre o período da ocupação neerlandesa no Brasil.
Restauro de documentos manuscritos relativos ao período neerlandês no Brasil.
Hoje fiz uma visita técnica ao laboratório do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, onde estão sendo restaurados os manuscritos do Fundo José Hygino.
Pequena participação na edição comemorativa dos 200 anos do Diário de Pernambuco:
A história do Recife da vila de ilhotas ao pulso urbano de Pernambuco www.diariodepernambuco.com.br/200anos/2025...