Novamente uma criação que não resolve nenhum dos problemas de acessibilidade que existem. Visa meramente tentar apagar a responsabilidade que todos temos de tornar o mundo acessível. Zero preocupação com pessoas com deficiência
Novamente uma criação que não resolve nenhum dos problemas de acessibilidade que existem. Visa meramente tentar apagar a responsabilidade que todos temos de tornar o mundo acessível. Zero preocupação com pessoas com deficiência
Começa a ser negacionismo
Isto agora mete-se o carnaval e a Páscoa e lá para daqui a uns anos começam as obras
A propriedade privada torno-se um problema. Não podes mover ninguém para outro sítio, nem com a justificação da segurança das pessoas
Accessibility in railways is full of marketing covers, this is not a new thing, but the lack of reflection on the matter leads to exaggerations like this, to create an idea that things are better than they actually are.
Convém mencionar que os fabricantes são livres de apresentar propostas adaptadas aos requisitos
Preocupa-me, sinceramente. Sinto que o projeto está refém de quem não está a meter o interesse do mesmo acima do seu interesse económico
Eu já nem sei o que dizer sobre isto. Tornou-se tudo tão absurdo que não há forma de reagir
Estava a comentar com uns amigos, que o mau urbanismo gera fascismo. Temos de estudar isto
Ou o pior, não há coordenação dos prazos entre entidades para que se façam as coisas em condições. O que é, infelizmente, o mais provável
Resultado preocupante
Até podes ter, e tens algum rigor. Se nenhum fornecedor de serviços quer cumprir, logo à partida não é um problema do contrato
A não ser que os obriguem com uma arma apontada à cabeça, não vejo como os obrigar a fazer algo que eles dizem que não fazem, depois de assinar os contratos. E são todas as empresas. O mesmo se passa com não terem peças para nada nem fazerem reparações de peças
Sou mais adepto da versão 6 vias, sem base técnica para sustentar. Estou a especular na possibilidade de dar maior flexibilidade para passagem, terminais, urbanos, intercidades, etc
Simples, ao longo das últimas décadas instaurou-se em Portugal uma ideia que as empresas públicas não devem ter nada interno, tudo tem de ser feito por empresas externas. A manutenção de elevadores é um desses casos, alegadamente porque essas empresas têm piquetes 24h.
Mas como o aeroporto é novo, podemos aproveitar para fazer uma boa estação, com linhas que permitam terminar e começar serviços, além de linhas de passagem. Ter flexibilidade é bom, neste caso
Talvez não todos os comboios tenham de lá parar, falando em AV. No resto sim, todos beneficiam em lá parar sempre. Mas em AV não há uma vantagem em literalmente todos pararem lá. +
Venho subscrever a tua opinião. Acho, até, que seria perfeitamente possível fazer como noutros aeroportos, passando a linha em si por dentro do aeroporto em vez de ter uma variante. Não é tecnicamente difícil e simplificaria a rede, sendo que a maior parte dos comboios iria beneficiar dessa ligação
Bom 2026! 🥂
As fotos que partilho são momentos aleatórios do ano. Têm significados profundos para mim; para vocês, são apenas registos visuais.
(Nota: Podes colocar as 6 fotos distribuídas por estes posts ou todas no primeiro post, conforme preferires o impacto visual).
2026 promete coisas boas. Para começar, comboios novos! É sempre entusiasmante, mesmo que vocês não queiram saber disso. Mas, ainda assim, muito do que o novo ano promete continuará a ser invisível.
Foi também um ano de reflexões, umas mais filosóficas, outras mais pragmáticas. Saio dele com poucas conclusões e algumas irritações pelo meio, mas faz parte do processo.
A maior parte destas coisas não se vê nem faz manchetes. São ações que, algures na linha do tempo, terão o seu impacto, ou talvez não. São só coisas, tal como nós somos só pessoas.
Grande plano frontal de um comboio Alfa Pendular da CP (Comboios de Portugal) parado numa estação. O comboio é cinzento prateado com uma faixa verde limão na lateral e o logótipo da CP na frente. O céu está azul limpo. À direita, vê-se parte de uma plataforma com uma vedação metálica.
Vista ampla da Avenida da Liberdade, em Lisboa, sem carros e repleta de pessoas a caminhar livremente pelo asfalto. A avenida está emoldurada por árvores altas e frondosas que criam um túnel de vegetação verde. O ambiente é de convívio e pedonalidade num dia claro.
Interior do Museu Nacional Ferroviário no Entroncamento. Em destaque, à direita, a locomotiva a vapor "D. Luiz", pintada de verde escuro com pormenores dourados e rodas pretas grandes. O pavilhão tem uma estrutura industrial de metal e tijolo burro, com luz solar a entrar pelas janelas e a criar sombras no chão polido.
Fotografia noturna do Castelo de Belver iluminado. A fortificação medieval, com as suas muralhas e torre de menagem quadrangular em pedra clara, destaca-se no topo de uma colina escura sob um céu de fim de tarde azul profundo. Na base da colina, as luzes das habitações da vila de Belver brilham suavemente, criando um contraste entre o património histórico e a vida local.
Este foi um ano de consolidação. Nem todos os anos têm de ser de grandes progressos, de roturas ou de mudanças drásticas. Por vezes, temos apenas de consolidar. Foi este o caso de 2025: um ano para firmar o que tenho vindo a fazer. 🧵
Uma classe política fraca e preocupada com tudo menos com o bem comum deu espaço para a existência de um agrupamento fascista no parlamento, que invariavelmente leva à degradação do que já não estava bom
Boas festas
Continuo a não dizer mais nada
Nota para os fachos: dizer generalidades não é apoiar coisa alguma. Dizer coisas que o ChatGPT vos disse não é apoiar nada. Concretizar não é sequer a vossa forma de trabalhar. É um vazio intelectual e democrático que só demonstra o quão inúteis são.
A política partidária, fraca a vários níveis, prestou um péssimo serviço ao país. No fim a conclusão é que todos apoiam as nossas necessidades, exceto, de facto, fazer algo quanto a isso, porque nesse aspeto todos estão em desacordo e pouco importa o que precisamos, desde que o partido seja o maior.
Não foi um debate.
Não estamos todos de acordo. Ouvi que o tema é essencial, que nós, pessoas com deficiência, temos de ser apoiados, protegidos, ouvidos. Exceto se de facto formos ouvidos, porque "não podem ser só as pessoas com deficiência a falar sobre elas", porque nunca nós a falar sobre nós.
Fotografia do parlamento a partir de uma das galerias do público. Deputados sentados com os seus computadores abertos, durante o debate.
Ontem, 18 de Dezembro 2025, o parlamento "debateu" diversas propostas sobre deficiência.
Aquilo a que assistimos não foi um debate, foi uma outra coisa que não prestigia em nada aquilo que é o debate político. Foi um amontoado de trocas de acusações, demagogia, generalidades vazias e outras coisas.