Finalmente o AO para para pensar.
Finalmente o AO para para pensar.
Criado há 35 anos, posto em prática há 14, o novo acordo ortográfico volta ao centro das conversas com a criação de um grupo que quer repensar “falhas” e “omissões” num texto cheio de ambiguidade.
Hoje de manhã senti-me nesta comissão parlamentar de inquérito: estava a fazer sumo de laranja, já tinha espremido tudo, tudo, mas continuei a rodar, estupidamente, a ver se saía mais qualquer coisa.
sicnoticias.pt/pais/2025-01...
Pois vai, já hoje está
O mesmo artista!
“La femme que baptisa la revolution”
E, de repente, uma homenagem a Celeste Caeiro em Paris, num mercado de flores junto ao Sena.
@by_glacon
À vendre deux billets pour le concert de PAUL McCARTNEY à La Défense Arena, Paris, le 5 décembre (complet)
António Guterres considera que “Portugal tem tido uma contribuição exemplar” no multilateralismo, “uma posição respeitada por todos os países, mesmo as maiores potências”.
Para o secretário-geral da ONU, “Portugal é visto como um país-ponte, que aproxima os outros quando eles estão desavindos”.
Vasco Lourenço é história viva e é coerência. Contou a mesma versão num podcast no ano passado, pela mesma ocasião. Ficam aqui duas fontes importantes para se falar do 25 Novembro nos próximos anos.
sicnoticias.pt/podcasts/a-h...
Acho que se começa a abrir uma janela de oportunidade muito interessante para o Tino de Rans nas próximas Presidenciais.
Para que serve esta comemoração do 25 de novembro? O coronel Vasco Lourenço, um dos principais obreiros do 25 de novembro recusa a equiparação com o 25 de abril e não aceitou estar presente na sessão solene de hoje. Para ouvir em
Membros iniciais da ala moderada do Movimento das Forças Armadas dizem que a data está a ser deturpada e não pode ser equiparada ao 25 de Abril.
O que está em causa não é o que significou o 25 de novembro em 1975, é o que significa hoje: uma data alternativa para rivalizar e tentar tirar importância ao 25 de abril. E tentar reescrever a História à medida que os seus protagonistas vão desaparecendo.
Vasco Lourenço sobre o 25 de novembro: sicnoticias.pt/podcasts/a-h...
uma corrida às presidenciais com o marques mendes, o seguro e o gouveia e melo, tem qualquer coisa de dilema do “uma nêspera no cu.”
Calma.
Acho que não… Mas deram um concerto em 2018, agora um em 2024, a média está boa
Pausa na timeline para apreciarem Os Pontos Negros no Lounge ⚡️
Os Pontos Negros acabaram antes de eu vir para Lisboa, mas hoje vou à segunda ressurreição
Aproveito a ocasião para partilhar uma das melhores crónicas que li nos últimos tempos:
expresso.pt/opiniao/2024...
José Mário Branco
1942-2019
drive.google.com/file/d/1HQ_D...
Dizem que o trabalho das unidades de investigação saiu facilitado porque José Mário Branco era muito organizado. Eu rezava para que houvesse muitas reuniões presenciais, porque assim via o José Mário Branco mais vezes a tomar café da fcsh.
José Mário Branco partiu há 5 anos. Estava a trabalhar com o CESEM e com o INET-md na organização e digitalização do seu arquivo, onde, entre muitas pérolas (desde recibos a partituras) está esta versão provisória da FMI: arquivojosemariobranco.fcsh.unl.pt
a enorme Celeste no new York times 🖤
www.nytimes.com/2024/11/17/w...
Que está ligado (e muito) a este do Pacheco Pereira, mais desenvolvido, sobre a as acusações de “ter ideologia”.
www.publico.pt/2024/10/26/o...
Sobre a regra de ouro da objetividade: expresso.pt/opiniao/2024...
Um texto importante do Rodrigo Guedes de Carvalho, e pequeno – cabe bem no bolso: expresso.pt/opiniao/2024...