Ao cuidado dos destemidos governantes da nação portuguesa
Ui. Post chegano.
Já sem falar que Eanes teve poderes sobre o governo que acabaram com a revisão constitucional de 1982.
Eanes dissolveu o Parlamento 3 vezes em dois mandatos, Marcelo 3 vezes num único mandato. Eanes nunca dissolveu uma maioria absoluta, Marcelo sim. E, se fores ver, nas dissoluções de Eanes os partidos, regra geral, pediram eleições.
Ninguém disse que a motivação foi ajudar o CH. O meu ponto é que o Marcelo enquanto PR nunca despiu o fato de comentadeiro, de previsor de «cenários», de politiqueiro. Não valorizou a estabilidade e portanto não teve responsabilidade institucional.
O partido que mais deveria agradecer a Marcelo não é o PSD, é o CH.
Não foi o povo, foi Marcelo. Que se guiou sempre mais por critérios de comentadeiro do que por responsabilidade institucional. Em 2021-22, tinha inventado o critério de que não aprovação do OGE dava dissolução; em 2023, que a maioria era do Costa e não do PS; em 2025, nem se esforçou.
O Marcelo prejudicou o seu partido com as eleições de 2022 - que deram a maioria absoluta ao PS e demitiram Rui Rio.
Não havia necessidade.
O pior Presidente da história da democracia
derterrorist.blogs.sapo.pt/o-pior-presi...
Nunca considerei a República Islâmica do Irão uma república no sentido real do termo, e portanto satisfaz-me que tenham aderido à sucessão dinástica no cargo supremo do Estado (idem aspas para a outra pseudo-República da dinastia dos Kims).
O Presidente é eleito pelos cidadãos, e não pelo Parlamento. O Presidente do TC teve mais a dizer nesta eleição que a AR inteira.
Não faz sentido o Presidente da Assembleia da República dirigir a cerimónia de tomada de posse de um Presidente eleito pelo voto direto dos cidadãos. Faria mais sentido ser o Presidente do Tribunal Constitucional, que certificou o resultado.
Ao menos Seguro não começa o mandato a ir à mesquita (como aconteceu com Marcelo). Veremos se também nos envergonha quando receber um Papa.
www.publico.pt/2026/03/08/p...
Não falta aí uma freira?
Não será só literatura/figura de estilo?
A «guerra fria» durou 44 anos, o pós-«guerra fria» já dura há 37 anos. Alguém sabe um nome para o período histórico que estamos a viver?
Marcelo conseguiu atrasar a legalização da morte assistida já cinco anos. Veremos se não serão dez. Com a ajuda de Guterres, conseguiu atrasar a legalização da IVG quase dez anos. Deixa um legado péssimo para as liberdades individuais, mas fica bem com a sua igreja.
As comunidades religiosas não podem viver de subsídios.
As negociações para eleger juízes do TC, membros do Conselho de Estado e outros «órgãos externos» devem estar muitíssimo complicadas.
www.publico.pt/2026/03/05/p...
Marcelo: três dissoluções da AR no segundo mandato, zero no primeiro.
Cavaco: uma dissolução no segundo mandato, zero no primeiro.
Sampaio: uma dissolução no segundo mandato, zero no 1º.
Soares: zero dissoluções no segundo mandato, uma no 1º.
Eanes: duas dissoluções no segundo mandato, uma no 1º.
O LIVRE tornou-se um culto de personalidade em que qualquer divergência do chefe conduz à marginalização, e em que processos na aparência inovadores e abertos estão viciados à partida. Não teria que ser assim. É triste, e uma traição às intenções de vários fundadores.
observador.pt/2026/03/03/f...
Montenegro está farto de ter um "Primeiro Ministro Sombra" dentro do próprio partido. Como é natural.
Sim, no segundo.
*Três dissoluções *num único* mandato. Recorde nacional.
Trump matou um ditador mas manteve a ditadura, tal como antes tinha raptado outro ditador, mantendo outra ditadura. Não sei se haverá grande diferença para os povos sujeitos a essas ditaduras.
Orwell at his very best could never come up with some of this. Proactively in a defensive way is basically a line from a coen bros film.
ANNA PAULINA LUNA: It is not the intention of the US government to invade
RAMPELL: Did we not just invade?
LUNA: Are you seeing boots on the ground there?
RAMPELL: We just killed the leader of the country! The president has called it a war
LUNA: Strategic strikes are not war
JORDAN: Really?
Se nas Lages continuam a circular aviões, é porque deixamos.