Esse estudo de campo rendeu o artigo "Funções de anti-predação e troca gasosa dependente do tamanho das torres de cigarras arquitetas da Amazônia", na Biotropica, publicado em fevereiro de 2026. onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10....
Esse estudo de campo rendeu o artigo "Funções de anti-predação e troca gasosa dependente do tamanho das torres de cigarras arquitetas da Amazônia", na Biotropica, publicado em fevereiro de 2026. onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10....
Testaram o método inusitado e, quando um preservativo inflou levemente ao redor de uma torre, perceberam que a estratégia funcionaria. Munidos de 40 preservativos, os cientistas vedaram as torres e descobriram que elas de fato ajudam na regulação de gases.
Uma das hipóteses do grupo de ecólogos era de que as torres teriam uma função de regulação fisiológica. Talvez a abertura ajudasse nas trocas gasosas. Para testar essa ideia, um desafio: como vedar as torres? Uma das pesquisadoras brincou: "Olhem para o formato. E se usássemos preservativos?"
Um dos projetos de campo da Formação em Ecologia Quantitativa de 2025 do Serrapilheira investigou as torres de cigarras: estruturas cilíndricas, de formato sugestivo e de tamanhos variados encontradas no solo da mata. Por que essas torres são construídas? Para que servem?
Como 40 preservativos foram fundamentais para um projeto científico no meio da floresta amazônica 👇
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O envelhecimento é um somatório dos hábitos bons ou ruins que cultivamos: se foram bons, o relógio biológico é mais lento que o cronológico. Alguém de 80 anos pode ter um cérebro de 60, mas pode acontecer o oposto. O neurocientista Wyllians Borelli fala sobre isso na coluna #CiênciaFundamental👇
As investigações serão feitas ao longos dos próximos meses e publicadas em breve!
😀O que surge quando cientistas e comunicadores pensam juntos sobre os desafios relacionados à segurança hídrica nos biomas sul-americanos? O Serrapilheira reuniu alunos da Formação em Ecologia Quantitativa e comunicadores para pensarem juntos em investigações jornalísticas sobre o tema.
Professora do curso de verão da Formação em Ecologia Quantitativa do Serrapilheira, McManus trabalha com modelagem matemática e inteligência artificial para investigar se os corais conseguem se adaptar rápido o suficiente ao aquecimento dos oceanos.
Em estudo publicado na revista Science Advances, McManus tentou incluir espécies de corais brasileiras nas simulações globais e encontrou dificuldades. Os recifes daqui não se encaixavam bem nos parâmetros de outras regiões, se comportando de maneira singular. 👇
Esta é também a última etapa do curso de verão da Formação em Ecologia Quantitativa. Nos últimos dias, os estudantes viveram uma imersão científica composta por seminários, sessões de mentoria e workshops com convidados.
Pelos próximos dias, comunicadores vão trabalhar junto com mentores e alunos da Formação em Ecologia Quantitativa para criar um projeto coletivo de investigação com foco na água e os desafios relacionados à segurança hídrica nos biomas sul-americanos.
Laboratório colaborativo de comunicação e ciência
Estamos em Araras, região Serrana do Rio de Janeiro, para uma imersão dos programas de Jornalismo e Mídia e da Formação em Ecologia Quantitativa.
Este é um momento de bastante esperança e ação para melhorarmos o tratamento e o cuidado com os pacientes com demência e devemos nos orgulhar que os cientistas brasileiros estão contribuindo para a vanguarda do conhecimento na área. theconversation.com/do-macarrao-...
Além disso, uma lei instituindo um plano nacional de cuidado e pesquisa em demências foi sancionada pelo Governo Federal em 2024 e a comunidade científica e médica tem discutido com interesse as formas de implementação dessa política.
Por isso, pesquisadores brasileiros vêm se dedicando a estudar nossa própria população. Hoje sabemos os principais fatores de risco modificáveis no Brasil e já estamos validando biomarcadores sanguíneos nos brasileiros.
Grande parte do que sabemos sobre Alzheimer vem de pesquisas feitas nos Estados Unidos, Suécia e Reino Unido. Logo, é possível imaginar que nem tudo se aplique diretamente à população brasileira, que é culturalmente e geneticamente diversa.
Por que entender o Alzheimer no Brasil exige dados brasileiros? 🤔
Por Mychael Lourenço, neurocientista, em artigo no The Conversation 👇
Os animais mais tímidos têm mais sensibilidade a serotonina, o neurotransmissor relacionado à maior cautela e aversão.
O que sabemos é que indivíduos que se arriscam mais têm maior tônus dopaminérgico em circuitos de recompensa e motivação, o que está relacionado à sensação de prazer. Isso faz com que o animal enfrente situações com mais facilidade.
Ela observou, ainda, que, se a dose é aumentada, o comportamento dos dois grupos muda. Os peixes que já costumam se arriscar ficam mais próximos dos seus companheiros, buscando agrupamento e proteção, e os que eram originalmente reservados ficam ainda menos conservadores.
Os peixes de perfil mais desbravador, que já se arriscam normalmente, não mudam em nada o comportamento quando expostos à mesma dose.
Ela observou que os peixes de perfil mais conservador e tímido, quando recebem uma dose moderada de álcool (equivalente a uma taça de vinho), tornam-se mais exploradores, perdendo o medo de ambientes novos e arriscando-se mais.
Para isso, divide-os em dois grupos: os que se arriscam mais e os mais conservadores. Depois, expõe ambos os grupos à bebida.
A bióloga Ana Carolina Luchiari observa a diferença comportamental dos peixes diante do consumo do álcool para compreender o mecanismo de dependência e, assim, buscar medicamentos mais eficientes.
No Laboratório de Peixes da UFRN há um peixinho chamado zebrafish que, por compartilhar 70-80% do material genético conosco, funciona como um ótimo modelo para estudar doenças humanas.
Você fica mais desinibido quando bebe?
O uso de bebidas alcoólicas permeia toda a história da humanidade. Mas o que a ciência tem a ver com isso? Num laboratório na UFRN, peixes ajudam a entender o alcoolismo. Entenda na thread 👇
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